🥇 Tricomoníase – Saiba AQUI tudo sobre esta doença 🤔

Olá meninas! Hoje vou falar sobre a Tricomoníase. Apesar do nome pouco conhecido, ela é considerada uma DST (doença sexualmente transmissível) bastante comum.

O primeiro sinal dela é uma coceira genital bem intensa, do tipo que incomoda a ponto de desesperar. Depois dessa fase inicial, aparece um corrimento com cheiro bem desagradável. Por fim, bastante dor ao urinar.

Esses três sintomas nessa sequência são sinais de tricomoníase. Essa é uma doença sexualmente transmissível que afeta tanto os homens quanto as mulheres.  No entanto, vale lembrar que para as mulheres, podem haver consequências bem sérias.

Portanto, se você, minha amiga, não sabe o que é a tricomoníase, ou sabe e quer aprender ainda mais, você está no lugar certo! É só continuar comigo até o final desse artigo para aprender tudo. Vamos lá?

O que é a Tricomoníase?

A tricomoníase é uma DST que tem como causa um protozoário. Ela afeta, todos os anos, cerca de 2 milhões de pessoas em todo o Brasil.

Esses números tão grandes tem uma explicação bastante simples: mesmo com os sintomas que eu frisei ali no começo, somente uma parcela bem pequena dos infectados (cerca de 30%) apresentam alguns destes sinais.

A maioria dos infectados (os homens, na maioria dos casos), não apresentam sinal algum. Ou então, quando manifestam algum sintoma, eles são tão pequenos que não os motiva a procurar auxílio médico.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

O que causa a tricomoníase?

Como vimos ali em cima, a tricomoníase tem como causa um protozoário de nome Trichomonas vaginalis. O que importa, de fato, é o modo como ele chega ao corpo humano.

Esse protozoário pode infectar tanto homens quanto mulheres, por meio do sexo vaginal. Quando a relação é oral ou anal, a infecção geralmente não acontece. Afinal, esse protozoário não sobrevive se estiver fora do sistema urogenital.

Uma vez que esteja dentro do corpo humano, ele fica hospedado na mucosa vaginal, no prepúcio, na uretra ou até mesmo na próstata.

Como a tricomoníase é transmitida?

A tricomoníase é transmitida com bastante frequência via relações sexuais sem o uso de preservativo, quando uma das pessoas já tem esse protozoário em seu organismo.

De modo geral, as relações sexuais que apresentam risco de contaminação são as que acontecem entre homem e mulher e também entre mulher e mulher. Nas relações homem e homem, ela é praticamente inexistente.

Quando o protozoário causador da tricomoníase infecta uma mulher, ele fica instalado no trato genital inferior (região onde estão a vulva e a vagina). Quanto aos homens, ele se instala na uretra.

A tricomoníase é contagiosa?

De modo geral, a tricomoníase é transmitida somente por via sexual. Entretanto, o contágio pode ocorrer em outras situações bastante  raras. Um exemplo disso se dá por meio de objetos que estejam contaminados, como toalhas molhadas e também assentos de vasos sanitários.

Em alguns outros casos, as gestantes que forem contaminadas, podem transmitir essa doença para o bebê, por meio da transmissão vertical. No entanto é muito raro isso ocorrer, e se dá em apenas 5% dos casos.

Quando ocorre, essa contaminação pós parto é solucionada pouco tempo depois do nascimento, pois o organismo da criança elimina de forma natural esse protozoário.

Ainda assim, as meninas recém-nascidas ainda precisarão receber tratamento pelo período mínimo de três semanas.

Quais os fatores de risco da tricomoníase?

Primeiramente, por se tratar de uma doença sexualmente transmissível, a tricomoníase apresenta alguns fatores de risco já bastante conhecidos e totalmente fáceis de ser solucionados, como:

Já ter tido outras DSTs

As pessoas que já tiveram outras doenças sexualmente transmissíveis acabam tendo maiores chances de serem contaminadas com a tricomoníase.

Relações sexuais sem proteção

Fazer sexo sem usar preservativo, ainda que seja com um parceiro de muito tempo, aumenta significativamente a chance de se contaminar com o protozoário que causa a tricomoníase.

Portanto, para que você possa se proteger dessa doença, é importante sempre utilizar preservativo, seja ele masculino ou feminino.

Grande número de parceiros

Ainda que isso seja um tanto controverso, pessoas que tem muitos parceiros acabam tendo maiores chances de serem contaminadas com a tricomoníase. Isso se deve ao fato de que elas podem ter relações sexuais sem proteção em certas ocasiões.

Falta de higiene

Pode parecer até mesmo redundante e desnecessário afirmar isso, mas a falta de higiene é um outro fator de risco para que a pessoa seja contaminada com a tricomoníase.

Isso ocorre porque a doença também pode surgir devido ao uso de toalhas molhadas ou até mesmo por ter contato com um assento de vaso sanitário mal higienizado.

Quais são os sintomas da tricomoníase?

Da mesma forma que ocorre com algumas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase pode não ser diagnosticada facilmente, justamente por não apresentar sintomas em todos os casos. Entretanto, quando esses sinais se mostram, eles podem variar muito.

Algumas pessoas, por exemplo, se queixam apenas de uma simples irritação, enquanto com algumas outras pode até mesmo surgir uma inflamação grave em seu aparelho genital. Além disso, os sintomas são bastante diferentes nos homens e nas mulheres.

No que se refere às mulheres, a doença apresenta os seguintes sintomas:

  • Corrimento branco, cinzento, amarelo ou verde, com mau cheiro;
  • Vermelhidão na região genital;
  • Sangramentos vaginais;
  • Coceira na vagina;
  • Queimação;
  • Inflamação genital e dor ao urinar ou dor durante o ato sexual.

Porém no caso dos homens, os sintomas são bem mais leves. Eles geralmente costumam se queixar de:

  • Corrimento com cheiro desagradável;
  • Coceira;
  • Sensação de queimação ao urinar ou durante a ejaculação;
  • Urgência urinária.

Como a tricomoníase é tratada?

Da mesma forma que ocorre com muitas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase tem, sim, uma cura. Seu tratamento é realizado em etapas, para que a doença possa ser eliminada de forma completa do organismo.

Primeiramente, a recomendação é que as pessoas que tenham essa doença se abstenham sexualmente. Dessa forma, o organismo pode se reequilibrar e o desconforto irá diminuir.

Em uma segunda etapa, é preciso fazer uso de antibióticos e de quimioterápicos, tanto para o paciente quanto para os seus parceiros. Dessa forma é eliminado o risco de reinfecção.

No caso das mulheres, é possível realizar esse tratamento por meio de um medicamento oral, em uma única dose, em conjunto com a aplicação de um creme vaginal.

Quais os riscos de complicações?

É muito importante se atentar aos sintomas e procurar um tratamento o mais rápido possível. A complicação mais grave é a infertilidade.

Isso ocorre porque a doença inflama toda a área genital, o que pode causar obstrução tubária. Isso impede a passagem dos espermatozoides ou óvulos, o que causa a infertilidade.

Além do mais, a tricomoníase causa uma inflamação na parede vaginal, nas mulheres. No caso dos homens. ocorre uma inflamação na uretra, o que faz com que os espermatozoides fiquem mais lentos. Quando essa doença não é tratada, a inflamação também pode levar à infertilidade.

Portanto, é importantíssimo sempre se ater a todos os sinais que seu corpo lhe transmite. Dessa forma você pode levar uma vida saudável e com muito mais tranquilidade.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

Para mais conteúdo, clique aqui.

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