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🥇 Colite – Saiba AQUI tudo sobre essa doença 🤔

Olá meninas! Você sabia que sentir dores na região do abdômen é algo bem comum? Sabia que isso afeta tanto os homens quanto as mulheres? Pois é. Algumas vezes, o incômodo nessa região é provocado pelo acúmulo de gases.

Já em outros casos, é a menstruação a responsável por provocar essas dores. Elas passam rapidamente e necessitam apenas do uso de analgésicos simples. Em alguns casos, somente o repouso já é o necessário para resolver esse problema.

No entanto, em outros casos, essa dor se torna algo tão frequente que pode ser um alerta de que alguma coisa mais séria está acontecendo. Saiba que uma das causadoras mais comuns é a colite.

Você já ouviu falar dessa doença? Conhece seus sintomas e sabe como tratá-la? Não? Então é só continuar comigo até o final desse artigo para aprender tudo sobre a colite.

    

O que é a colite?

A colite é uma doença inflamatória que geralmente atinge uma ou mais camadas do cólon e provoca disfunções em seu funcionamento.

Aliás, qualquer alteração no funcionamento dessa estrutura pode ser considerada um tipo de colite. Ela provoca sintomas bastante sérios, além de variar seus graus de intensidade.

Quais são os tipos de colite?

Assim como a maioria das doenças, a colite possui diferentes tipos, com sintomas diversos. Veja agora cada um desses tipos:

Colite ulcerativa

É o tipo de colite mais comum e ocorre quando o sistema imunológico de uma pessoa acaba atacando as bactérias do trato digestivo. É considerada uma doença crônica. A pessoa diagnosticada com esse tipo de colite, geralmente lida com períodos onde a doença é aguda. Mas também apresenta períodos de remissão, no qual os sintomas são poucos ou praticamente inexistentes.

As pessoas que sofrem com a colite ulcerativa costumam apresentar inflamações e ulcerações que vão desde o início do reto até a camada mais superficial do cólon. Além disso, essas pessoas apresentam constantes diarreias e dores abdominais.

Colite isquêmica

Essa doença ocorre quando o fluxo sanguíneo que deveria ir para o cólon é cortado ou restringido. Ela é provocada pelos coágulos de sangue.

Esse tipo de colite pode ser provocado por aterosclerose na região do cólon ou então outra doenças como a vasculite, a hérnia, a diabetes, o câncer de cólon, a desidratação ou então pode ser provocada pelo uso de certos medicamentos.

Essa doença ocorre com maior frequência no lado esquerdo do cólon e causa diarreia, dores abdominais, além de sangramento intestinal.

Colite provocada por infecção viral

Nesse caso, a doença é provocada por um vírus que se aloja na região do cólon e pode ser contraído por meio de relações sexuais sem uso de preservativo, transfusões de sangue ou então o contato com saliva, urina ou gotículas respiratórias.

Enterocolite

Esse tipo de colite é provocado por infecções bacterianas ou virais, por medicamentos ou até mesmo por intoxicação alimentar, e pode atingir o intestino grosso ou o delgado.

Pessoas que sofrem com a enterocolite podem apresentar diarreia, dores abdominais e febre, além de náusea e vômitos.

Colite pseudomembranosa

Essa doença se deve a um desequilíbrio entre as bactérias boas e ruins que ficam no intestino. Nesse caso, o uso de antibióticos ou de outros remédios pode eliminar as bactérias boas, o que provoca infecções.

No caso de colite pseudomembranosa, o paciente pode apresentar como sintomas a diarreia e o surgimento de placas esbranquiçadas no interior do cólon.

Colite nervosa

Esse tipo de colite é chamado também de síndrome do intestino irritável. Ela é o resultado de uma dieta pobre em fibras ou, ainda, pode ser provocada devido a um quadro de stress elevado. Ela é considerada uma doença crônica e pode piorar, de acordo com a alimentação e também durante o ciclo menstrual.

Colite microscópica

Este é um dos tipos mais raros de colite e se dá, geralmente, em pacientes com mais de 60 anos e está quase sempre associada a casos de doenças autoimunes. Ela pode provocar diversos sintomas, como diarreia aquosa, dores abdominais e cólicas, perda de peso não intencional e náuseas.

Doença de Crohn

Esta é uma doença crônica que afeta principalmente a parte inferior do intestino delgado e do intestino grosso, podendo chegar a atingir todo o sistema digestivo.

Soa causa é desconhecida e ela não tem cura. A doença de Crohn pode ser controlada, e apresenta como principais sintomas a diarreia, a dor abdominal, a febre, a fraqueza e a perda de peso. Ela é bem mais frequente em pessoas entre 20 e 30 anos.

Colite alérgica em crianças

Esse tipo de colite pode afetar crianças com menos de um ano. Ela é provocada por uma alergia ao leite de vaca ou de soja e seu surgimento é mais comum em crianças que ainda estão sendo amamentadas com o leite materno.

Colite hemorrágica

Ela é provocada por uma bactéria. No caso dessa doença, a pessoa sofre com um quadro de diarreia sanguinolenta e dor abdominal bastante intensa.

O que causa a colite?

Os fatores causadores da colite variam de acordo com o tipo de colite, embora grande parte dos casos ela seja desconhecida. Entretanto, existem algumas causas possíveis:

  • Infecções agudas e crônicas, causadas por vírus e parasitas;
  • intoxicação alimentar causada por bactérias;
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Baixa circulação sanguínea;
  • Radiação passada para o intestino grosso.

Como é transmitida a colite?

De modo geral, a colite não é transmissível. Isso só ocorre quando ela é causada por algumas infecções virais. Nesses casos, o vírus que é o causador da doença pode ser transmitido através de relações sexuais, transfusões de sangue, saliva, fezes, leite materno, urina e também gotículas vindas das vidas respiratórias.

Quem pode desenvolver colite?

A colite é uma doença que afeta tanto homens quanto mulheres. Entretanto, ela é mais comum em pessoas com idade entre 15 e 35 anos. Ou, ainda, entre os 60 e os 80 anos.

Além disso, o fator genético também pode facilitar o surgimento dessa doença, assim como os fatores ambientais (como a poluição do ar) e algumas dietas. Os fatores emocionais, como o stress em excesso e os desequilíbrios emocionais contribuem para agravar a situação.

Quais os sintomas da colite?

No caso da colite, os sintomas variam de acordo com a extensão do problema e também do local afetado.

Entretanto, as pessoas que sofrem com essa doença podem apresentar esses principais sintomas: dilatação abdominal, dor abdominal frequente ou recorrente, fezes com sangue, calafrios, necessidade constante de evacuar, desidratação, diarreia, febre e aumento de flatulência ao longo do dia.

Como a colite é tratada?

Ainda que seu tratamento varie de acordo com o tipo de colite diagnosticada pelo médico, as principais medidas envolvem uma alimentação saudável, incluindo os probióticos , a ingestão de muita água e também o uso de medicamentos que são destinados ao combate das dores e que amenizam os sintomas.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Você conhece o ômega 3? Saiba tudo aqui! 🤔

Olá meninas! Hoje vou falar sobre um assunto bem bacana que vai ajudar a manter a sua saúde.

Você sabia que algumas gorduras são essenciais para que nosso organismo funcione de forma adequada? Essas gorduras específicas fornecem ao organismo os elementos que ele precisa para executar tarefas complexas. Algumas delas nosso corpo produz por conta própria.

No entanto, algumas delas só são obtidas quando consumimos determinados alimentos. Esse é o caso do ômega 3. Considerado uma “gordura boa”, o ômega 3 só é obtido com a ingestão, por exemplo, de peixes de águas profundas.

Além de ser essencial para o bom funcionamento do corpo, o ômega 3 também protege o corpo de doenças e inflamações. Além, também, de limpar estruturas importantes, como as veias e as artérias.

Tenho certeza que você já deve ter ouvido falar no ômega 3. Mas será que você conhece todos os benefícios que ele traz à sua saúde? Esse post é para você, minha amiga, que já ouviu falar, mas não conhece todos os benefícios do ômega 3.

Pesquisei muito sobre o assunto e trouxe para você diversas informações. Depois de ler, tenho certeza que você vai fazer questão de incluir o ômega 3 na sua rotina.

O que é ômega 3?

O ômega 3 é uma gordura poli-insaturada, que quando ingerida traz inúmeros benefícios ao nosso corpo. Ele faz parte do grupo dos ácidos graxos e se divide em três tipos diferentes: o ALA (ácido alfa-linolênico), o EPA (ácido eicosapentaenoico) e o DHA (ácido docosa-hexaenoico).

Para que serve o ômega 3?

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Como eu disse anteriormente, o ômega 3 é essencial para manter o bom funcionamento do seu corpo. Para você ter ideia da importância desse componente, ele é imprescindível para ajudar no trabalho dos receptores, que estão na parte externa das células.

O ácido graxo que é o ômega 3 ajuda a produzir hormônios responsáveis pelo controle da contração e do relaxamento das paredes das artérias. Além disso, esses hormônios estão relacionados também a questões ligadas ao metabolismo, coagulação e processos inflamatórios.

Quais os benefícios do ômega 3?

Quando as pessoas pensam em ômega 3, a primeira coisa que vem à mente é a sua capacidade de proteger o coração de infartos, controlando o nível de colesterol no sangue e ajudando a dissolver as placas de gordura das artérias.

Mas, além disso, você sabia que essa gordura poli-insaturada tem muitos outros benefícios que nem todos conhecem? Separei vários benefícios para que você conheça, olha só:

Ajuda a perder peso

  • Um benefício bastante desconhecido do ômega 3 é a sua capacidade de auxiliar na perda de peso. Isso ocorre porque esse ácido graxo ajuda a combater processos inflamatórios, e esses eventos acabam desequilibrando o controle da fome e da saciedade.
  • Além disso, esses processos inflamatórios podem, ainda, fazer com que seu corpo se torne mais resistente à insulina. Isso acaba criando novos depósitos de gordura no corpo, devido ao excesso de açúcar no sangue, além de favorecer a retenção de líquidos.
  • Quando a pessoa consome muitos alimentos ricos em ômega 3, ou utiliza suplementos ricos nesse composto, ela ajuda a manter esses processos inflamatórios sob controle, fazendo com que o corpo funcione muito melhor.
  • Essas gorduras boas são digeridas de forma lenta pelo corpo, o que dá uma sensação de saciedade muito maior.

Controle da diabetes

  • Consumir ômega 3 regularmente também ajuda a manter equilibrados os níveis de glicose no organismo, visto que esse composto reduz a quantidade de insulina que é liberada no organismo, o que faz com que o açúcar existente no organismo seja reduzido.
  • Essa quantidade também se torna menor quando a pessoa está em jejum. Isso evita os picos glicêmicos que podem dar mais fome ou então desestabilizar a taxa de glicemia de quem tem diabetes.

Acelera o metabolismo

  • Essas gorduras boas que compõem o ômega 3 estimulam a queima de gordura, pois deixam o metabolismo mais acelerado. Além disso, fazem com que o corpo use mais energia para realizar os seus processos essenciais.

Previne o surgimento do câncer

  • Os ácidos graxos que estão presentes no ômega 3 previnem o aparecimento de certos tipos de câncer, como o de mama, de próstata e de intestino. Essa gordura boa pode, inclusive, impedir que a doença (no caso de já ter se instalado) evolua para um quadro de metástase e acabe atingindo outras partes do corpo.

Possui ação anti-inflamatória

  • O ômega 3 ajuda também a impedir o surgimento de diversos processos inflamatórios, como os que surgem nas articulações e causam problemas como a artrite reumatoide. Além disso, também previne outras doenças, como o lúpus, a psoríase e a doença de Crohn, que é caracterizada por um processo inflamatório do intestino.

Evita a depressão

  • O ômega 3 também é muito eficiente no combate à depressão, graças a ação de ácidos graxos que mantém estáveis os níveis da dopamina. Além disso, estimula o crescimento dos neurônios no córtex frontal e melhora o fluxo de sangue no cérebro.
  •  O consumo regular de ômega 3 também potencializa o efeito dos ansiolíticos e antidepressivos tradicionais, melhorando até mesmo os sintomas do transtorno bipolar.

Melhora a função cognitiva

  • O consumo regular de ômega 3 melhora a função cognitiva, pois mantém o funcionamento do cérebro a pleno vapor. Além disso, previne, também, o risco de desenvolver doenças degenerativas, tais como o mal de Parkinson, a doença de Alzheimer, e a esclerose múltipla. Também atua na prevenção do surgimento de dificuldades de aprendizagem.

Regula a pressão arterial

  • Limpando as artérias das placas de gordura, o ômega 3 ajuda a prevenir o risco de hipertensão arterial. Isso ocorre porque ele afasta completamente o excesso de pressão sobre veias e artérias.

Protege a retina

  • Finalmente, o ômega 3 é excelente também para a saúde dos olhos. Seus compostos protegem a retina e também previnem doenças e lesões que levariam à perda da visão.

Como obter o ômega 3?

O ômega 3 é uma das gorduras boas que não pode ser produzida por nosso corpo. Para conseguir essa substância, você deve ingerir certos alimentos que contém quantidades suficientes desse composto.

O ômega 3 pode ser obtido nos peixes de água fria (arenque, sardinha, salmão, atum, bacalhau, linguado e pescadinha). Também nas oleaginosas (nozes, pistache, avelãs e amêndoas), arroz selvagem, óleo de canola, semente de chia, linhaça, couve e camarão.

Além dos alimentos, existem outras opções para quem não consegue ter uma alimentação rica dessa forma. Justamente para esse público foi criado o suplemento de ômega 3. As cápsulas contém a quantidade ideal de ômega 3 que o corpo precisa e devem ser ingeridas todos os dias, seguindo a prescrição do seu médico.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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