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🥇 Gravidez Ectópica: O que é? Quais os cuidados necessários? Saiba AQUI! 🤔

Olá meninas! Todas sabemos que a gravidez é o momento mais bonito na vida da mulher. Afinal, nesse período o corpo da mulher se transforma. Dessa forma, ele leva nove meses para compreender todo o processo pelo qual está passando.

Aliás, nesse período, a gestante vai descobrindo novas sensações, antes nunca sentidas. É sem dúvida alguma, um processo de redescoberta, tanto do corpo quanto da mente.

Durante esses nove meses a mulher é colocada à prova de uma forma intensa. Ela descobre aos poucos um sentimento nobre, puro, que ela nunca tinha imaginado antes. Esse sentimento se destina a alguém que ela ainda nem conhece, mas que, desde que soube da sua existência, passou a ser a pessoa mais importante desse mundo.

A gestação é algo bastante emocionante. Infelizmente, não são todas as gestações que seguem a forma comum, com o óvulo sendo fecundado dentro do útero. Além da gravidez convencional, existe ainda um outro modo que também acontece, chamado de Gravidez Ectópica.

Ela se dá quando acontece de o óvulo ser fertilizado fora do útero. Isso faz com que seja um período bastante delicado para a mãe. Existem tratamentos capazes de reverter esse quadro, e é exatamente isso que o artigo de hoje irá abordar. Além, é claro, de muitas outras informações sobre esta condição. Vamos lá?

O que é Gravidez Ectópica?

A Gravidez Ectópica ocorre quando o óvulo não é fecundado no útero. Geralmente, nesse caso, ele é fecundado nas trompas de Falópio, mas também é possível que ocorra em outros lugares também.

Esse tipo de gravidez é bastante fácil de ser detectada, pois possui sintomas específicos. No entanto, trata-se de uma gravidez bem mais delicada, que precisa ser acompanhada frequentemente pelo médico responsável, para que ele possa acompanhar a saúde da mãe e do bebê. O médico, aliás, deverá recomendar as medidas e os medicamentos necessários para que o feto consiga se formar completamente, sem que apresente sequelas no futuro.

Na maioria dos casos, para esse tipo de gravidez, o procedimento de retirada do bebê é feito por meio da cesariana.

Quais são os sintomas da Gravidez Ectópica?

Os sintomas apresentados nos casos de Gravidez Ectópica são facilmente percebidos, pois, além dos sintomas de uma gravidez normal, a mulher sente dores e alterações no corpo que não são comuns em uma gestação normal.

Dessa forma, você pode identificar uma Gravidez Ectópica quando a mulher apresenta os seguintes sintomas:

  • Sangramentos;
  • Dores intensas no abdômen, principalmente em apenas um lado da barriga;
  • Sensação de peso sobre a vagina;
  • Dores no útero;
  • Inchaço no abdômen;
  • Exame Beta HCG pode dar um resultado negativo, o que pode parecer que a mulher não está grávida. Nesse caso, é recomendado a realização de um ultrassom para confirmar a gravidez.

Quando a mulher apresentar esses sintomas, seguindo dos sintomas comuns à gestação, como sono, apetite maior, enjoo, vômito, dores pelo corpo e ausência de menstruação é importante se atentar. Ainda que o teste de gravidez seja negativo, é preciso ir ao médico para que seja feito um exame de ultrassom. Dessa forma, é possível confirmar seguramente se é ou não o caso de Gravidez Ectópica.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Até quando pode ocorrer a Gravidez Ectópica?

Quando a gravidez da mulher ocorre  na forma Ectópica, ela é descoberta até a 14ª semana (quando o embrião ainda não se desenvolveu). Nesse caso, o médico poderá prescrever medicamentos que ajudem a ida do feto para o útero, salvando o embrião.

No entanto, isso vai depender de onde está sendo realizada essa gestação. Se for em um local mais complicado, a única solução pode ser um aborto espontâneo. Nesse caso, ele é feito com os devidos medicamentos e é possível somente até a 8ª semana. Caso a gestação passe de 14 semanas, a possibilidade de salvar o embrião é inexistente. Nesse caso é preciso realizar uma cirurgia para a retirada do feto.

Se a mulher tiver Gravidez Ectópica, ela poderá engravidar novamente?

Sim. Caso uma mulher tenha tido uma Gravidez Ectópica, poderá engravidar novamente, desde que seja feito o acompanhamento médico. Nesse caso, ela terá que fazer uso de medicamentos que evitarão uma nova fecundação fora do útero.

A gravidez vai acontecer de forma natural, sem que haja a necessidade de tratamentos para aumentar a fertilidade.

Quais são os fatores de risco para uma Gravidez Ectópica?

Até hoje, não é possível dizer exatamente o que causa a Gravidez Ectópica. No entanto, existem alguns fatores que contribuem para que ela ocorra. É preciso se atentar às informações abaixo, para que você possa diminuir os riscos de uma Gravidez Ectópica.

Os principais fatores que contribuem para uma Gravidez Ectópica são:

  • Gravidez Ectópica prévia;
  • Estar com as trompas infeccionadas ou inflamadas;
  • Tabagismo;
  • Problemas hormonais;
  • Engravidar depois dos 35 anos;
  • Histórico de endometriose;
  • DST’s anteriores;
  • Utilização incorreta do DIU;
  • Gravidez, mesmo depois de ter realizado uma laqueadura;
  • Problemas de infertilidade;
  • Falta de acompanhamento médico.

É preciso observar de perto esses fatores no momento em que a mulher pretenda engravidar. Afinal, com a ajuda do médico, será possível usar corretamente os medicamentos para que ela possa ter uma gestação normal, sem demais complicações.

Nos casos em que foram diagnosticadas Gravidezes Ectópicas, quando no começo, cerca de 60% das mulheres conseguiram manter a gestação de forma normal, sem a necessidade de realizar tratamentos para engravidar.

No entanto, é preciso estar sempre acompanhada de um médico, para que ele possa avaliar a real condição da mãe, da gravidez e, dessa forma, consiga evitar uma nova Gravidez Ectópica.

Esse artigo foi feito pensando nas futuras mamães e nas mulheres que pretendem engravidar. É sempre muito importante se atentar aos fatores de risco. O principal deles é o tabagismo, que é extremamente prejudicial ao bebê. Não somente porque pode causar a gravidez ectópica, mas principalmente porque irá afetar o bebê.

É preciso estar ciente que, durante a gestação, seu corpo não é apenas seu, mas também do seu bebê. Portanto, tudo o que você come, bebe ou utiliza, chega até o feto, seja bom ou ruim. Seja como for, é sempre extremamente importante fazer um acompanhamento com seu médico. Dessa forma, além de prevenir a Gravidez Ectópica, você ainda garantirá uma gestação completamente saudável.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Diabetes gestacional: O que é? Quais os tratamentos? Saiba TUDO Aqui! 🤔

Olá meninas! Hoje o assunto é Diabetes Gestacional. Você sabe o que é? Se não sabe ou quer saber ainda mais, é só ler esse artigo até o final!

Aliás, você sabe como ocorre a Diabetes? O nosso pâncreas, quando saudável, produz um hormônio chamado de insulina. Esse hormônio armazena os excessos, enquanto uma outra parte se transforma em fonte de energia. Pois a diabetes surge justamente quando essa produção da insulina não fornece ao organismo a quantidade necessária de energia.

O que é a diabetes gestacional?

A diabetes gestacional consiste no aumento dos níveis de açúcar no sangue durante o período gestacional, em gestantes que antes de engravidar não apresentavam diabetes. Ela é, geralmente, diagnosticada por volta do 3º trimestre e é curada sozinha após o parto. No entanto, apesar de se curar sozinha, é preciso tratar para evitar o surgimento de complicações, como em qualquer doença.

Quando a mulher engravida, ela necessita de insulina em dobro para que possa fornecer energia para o bebê. Afinal, ele precisa da insulina para que possa equilibrar os níveis de açúcar do seu próprio organismo. Aliás, a necessidade de insulina vai aumentando conforme o bebê cresce.

A falta de insulina, nesse caso, ocorre porque, durante a gestação, o organismo passa por diversas alterações hormonais. A diabetes gestacional é desenvolvida pelos hormônios da placenta, que fazem com que aumente o açúcar no sangue durante a gravidez.

Diabetes antes da gravidez

Primeiramente, algumas mulheres acabam recebendo o diagnóstico de diabetes gestacional quando, na verdade, já tinham diabetes anteriormente e não sabiam. Nesse caso, a diabetes não se cura, por não se tratar de diabetes gestacional.

Para as mulheres que já sabem que são diabéticas, é preciso procurar um médico antes de tentar engravidar, para que possa manter sob controle os níveis de açúcar. No entanto, existem determinados remédios para diabéticos que não devem ser usados durante período gestacional.

Como é feito o diagnóstico?

Durante o pré-natal, o ginecologista ou então o obstetra, solicita alguns exames para detectar os possíveis fatores de risco. Por volta de 20 semanas de gestação, é comum o pedido de exames para checar o nível da glicemia, ainda que não hajam riscos evidentes para o problema. Alguns dos exames gestacionais são:

O ultrassom

Esse exame não mede a glicose do sangue, mas é super importante para detectar quaisquer alterações que podem ser causadas devido à diabetes gestacional.

Por exemplo, o aumento do líquido amniótico e o crescimento rápido do bebê, podem indicar que o organismo da mãe não está conseguindo controlar os níveis de glicose. Nesse caso, alguns outros exames complementares podem ajudar no diagnóstico.

Exame de glicose em jejum

Esse exame mede o nível de açúcar no sangue, após um jejum de 8 a 12 horas.  Trata-se de um exame de sangue padrão. O sangue é coletado através de uma punção na parte interna do braço. Caso o nível de glicose esteja alto, pode ser que a insulina gerada não esteja sendo o suficiente.

Exame da curva glicêmica

Quando há alguma alteração nos resultados, o médico geralmente solicita um exame de curva glicêmica. Ele mede a quantidade de glicose fica no sangue após a ingestão de alimentos ricos em açúcar.

Para que seja feito esse exame, a gestante deve bebe um líquido doce e, após aguardar uma hora, uma amostra do sangue é coletada. Depois de duas horas, outra amostra é coletada, e na terceira hora, mais uma amostra. Dessa forma é possível descobrir de que forma os níveis de glicemia  decaíram naquele período de tempo.

Mulheres que apresentam diabetes gestacional devem sempre acompanhar o nível de glicose no sangue por meio de testes frequentes. Após 1 mês e meio do nascimento do bebê, novos exames devem ser refeitos, para que o médico possa se certificar de que se tratava de diabetes gestacional.

Diabetes gestacional tem cura?

Como eu disse anteriormente, ela normalmente desaparece depois do parto, visto que o metabolismo da mãe volta ao normal. Caso os sintomas da diabetes persistam após 1 mês e meio do parto, é bastante provável que a pessoa já tivesse diabetes antes de engravidar, e esse quadro apenas se agravou por conta da gestação.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Quais são os sintomas?

A diabetes gestacional, geralmente, não apresenta nenhum sintoma. Por isso é tão importante realizar os exames frequentes. Através deles o diagnóstico pode ser feito logo no início e a diabetes gestacional pode ser controlada.

No entanto, podem aparecer aluns sintomas:

  • Visão embaçada;
  • Aumento de sede e / ou fome;
  • Cansaço no corpo;
  • Pernas e pés inchados;
  • Inflamação urinária;
  • Aumento da vontade de urinar;
  • Ganho de peso exagerado da mãe e do bebê.

Quais são os riscos da diabetes gestacional?

  • Rompimento da bolsa antes da data do nascimento, levando a um parto prematuro.
  • Aumento do risco de pré-eclâmpsia.
  • Doenças cardíacas no bebê.
  • Desenvolvimento da síndrome da angústia respiratória no bebê ao nascer.
  • Desenvolvimento de doenças cardíacas no bebê.
  • Hipoglicemia no bebê após o nascimento.
  • Risco de obesidade infantil.
  • Desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2.
  • Ter diabetes gestacional numa outra gravidez.
  • Quanto maior a idade da mãe, maior a possibilidade de desenvolver a doença.
  • Ter parentes de primeiro grau com diabetes aumenta as chances de diabetes gestacional.
  • Mulheres que já possuem intolerância ao açúcar costumam ter maiores riscos de desenvolver diabetes gestacional.
  • Dar à luz a bebês acima do peso.

O que pode acontecer durante a gravidez?

Caso não seja controlada, a diabetes gestacional trará vários riscos para mãe e para o bebê. Afinal, 2/3 do açúcar da mãe atravessará a placenta e chegará ao bebê. O pâncreas da mãe irá produzir mais insulina do que o necessário.

Dessa forma, o bebê irá crescer mais do que deveria. Ao aumentar o crescimento dos órgãos e tecidos, pode ocorrer a malformação do feto, levando a hipertrofia em diversos órgãos. Isso irá prejudicar a função do coração e do fígado, além de dificultar a respiração. Todas essas alterações podem fazer com que o bebê acabe não sobrevivendo depois do nascimento.

Como prevenir a Diabetes Gestacional?

Existem certos meios de evitar a diabetes gestacional. Eles estão geralmente relacionados a uma alimentação saudável. Além de controlar a alimentação durante a gestação e ganhar peso de forma moderada, é muito importante fazer exercícios físicos regularmente, além de fazer o pré-Natal.

Qual a forma de Tratamento?

O tratamento irá depender dos níveis de açúcar no sangue. Pode ser indicado apenas uma dieta adequada, exercícios físicos ou então remédios hipoglicemiantes orais e até mesmo insulina, em alguns casos.

É importante que a gestante evite consumir doces, frituras, manteiga, chocolate, refrigerantes e sucos industrializados em excesso.

Exercícios recomendados para diabetes gestacional

  • As caminhadas são ótimas para mulheres grávidas que sejam sedentárias.
  • As gestantes que já fazem exercícios podem começar a fazer uma corrida leve.
  • Fazer pilates não só melhora o condicionamento físico, como também ajuda na postura, na respiração, no batimento cardíaco e no fortalecimento dos músculos.
  • A bicicleta ergométrica também pode ajudar a gestante a manter a forma durante a gravidez.
  • O alongamento impede que os músculos atrofiem e também fornece maior resistência a lesões.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Teste de gravidez caseiro funciona mesmo? Quais os tipos? 🤔

Oi meninas! O post de hoje é sobre uma situação que, tenho certeza, já aconteceu com você também: é só a menstruação atrasar um pouco para começarmos a pensar na possibilidade de gravidez, não é mesmo?

Não apenas a ansiedade toma conta da gente, como também acabamos recorrendo a testes de gravidez alternativos, e bem mais baratos, para que a gente possa esclarecer a dúvida. Na internet mesmo, em uma simples busca, é possível encontrar diversos testes aos quais as mulheres nessa situação recorrem.

As receitas mais caseiras dos testes de gravidez vão sendo passados através das gerações, de mãe para filha e assim por diante. Isso vem de um tempo em que os testes de gravidez ainda nem existiam, ou então eram extremamente caros. No entanto, muitas mulheres ainda hoje recorrem a esses tipos de teste.

Qual a origem dos testes caseiros?

Muitos dos testes de gravidez caseiros provém de costumes do antigo Egito, os quais as mulheres utilizavam para saber se estavam esperando um filho. Antes de mais nada é preciso ressaltar que nenhum deles garante 100% de eficácia.

Apenas um teste de farmácia, ou então por meio de exames de sangue é possível assegurar com total certeza o fato de estar grávida ou não. No entanto, vale à pena tentar, a mérito de curiosidade.

Quais são os testes mais comuns?

  • Teste da agulha (ou teste marroquino): pegue um pote de vidro com tampa, deposite um pouco da sua urina e em seguida coloque dentro dele uma agulha de costura e tampe-o.

Aguarde cerca de 8 ou 9 horas, e observe se a urina mudou de cor. Em caso positivo, pode ser que você esteja grávida. Caso não haja mudança de cor, é provável que o resultado seja negativo.

  •  Teste da fervura da urina: em uma panela de alumínio, deposite a urina e leve-a ao fogo.

Se a urina ferver igual leite, com bolhas e uma espécie de nata, pode ser que você esteja grávida. Caso formem apenas bolhas de fervura, o resultado possivelmente é negativo.

  • Teste do cotonete: este teste é indicado apenas para mulheres que tenham o ciclo menstrual regulado.

Pegue um cotonete e insira-o cuidadosamente até o colo do útero, verificando se há presença de sangue. Caso haja, isso pode indicar uma possível gravidez.

  • Teste com cloro ou água sanitária: deposite sua urina em um copo descartável. Logo após, adicione um pouco de cloro ou água sanitária. Observe se o líquido muda de cor, ou apresenta efeito de fervura.

Em caso positivo, pode ser sinal de gravidez.

  • Teste com pasta de dente: misture um pouco de creme dental branco em num frasco com um pouco de urina. Observe se mudou de cor, ou se apareceram bolhas.

Se um dos dois acontecer, isso pode indicar gravidez.

  • Teste do vinagre: deposite um pouco de urina em um copo ou recipiente descartável. Em seguida coloque um pouco de vinagre e por fim misture com uma colher descartável.

Se essa mistura mudar de cor, você pode estar grávida.

Qual a eficácia desses testes?

Por serem testes caseiros, e não se basearem em dados científicos, não se pode confiar 100% que sejam seguros. No entanto, ao longo dos anos, essas informações têm passado entre as famílias de geração em geração.

Existem mulheres que afirmam que os testes funcionam de verdade, outras não. Seja como for, aguarde até dez dias de atraso menstrual.  Então procure fazer um teste de farmácia, ou de sangue para se certificar de que está grávida.

Se a ansiedade for muito grande em saber se está esperando um bebê, atente-se aos sinais do seu corpo, como:

  • Sono excessivo;
  • Mamas doloridas;
  • Cólicas na região do útero;
  • Vontade de comer algo diferente;
  • Pequenos enjoos;
  • Aumento ou diminuição repentino da libido;
  • Cansaço;
  • Sensibilidade (choro);
  • Irritabilidade sem motivo aparente, entre outros.

Procure conversar  sempre com o seu médico ginecologista, para que possa verificar a data da sua última menstruação, e a possível gravidez ter ocorrido antes, durante ou depois do seu período fértil.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Alguns desses testes caseiros são infalíveis?

A resposta com certeza é não. Afinal, trata-se de métodos simples, utilizando ingredientes caseiros, e podem não ser capazes de detectar com precisão se realmente existe o aumento do hormônio da gravidez na urina (HCG – gonadotrofina coriônica humana).

Especialmente se o atraso menstrual ainda for precoce, como de 2 a 5 dias. Nesse caso ainda não se pode detectar uma gestação. Em suma, cada mulher precisa conhecer o seu organismo, os sinais que ele apresenta quando está no período fértil, como maior lubrificação vaginal, aumento do desejo sexual, entre outros.

O método mais eficaz para confirmar uma gravidez é, sem dúvida, um exame de sangue. Os níveis de HCG estarão evidentes na corrente sanguínea, onde o corpo se prepara para receber e prosseguir com a gestação. Dessa forma os resultados serão precisos e confiáveis.

Menstruação atrasada nem sempre é sinal de gravidez

Existem outras razões para a menstruação atrasar, não somente por causa de uma gravidez:

  • Ciclo menstrual desregulado;
  • Stress;
  • Ansiedade;
  • Depressão;
  • Interrupção da pílula anticoncepcional;
  • Infecções;
  • Anemia;
  • Doenças do útero ou dos ovários;
  • Desregulação hormonal,
  • Erros de cálculo da última menstruação;
  • Obesidade;
  • Magreza excessiva;
  • Distúrbios na alimentação;
  • Atividade física em excesso;
  • Hipertireoidismo ou hipotireoidismo;
  • Amamentação;
  • Menopausa precoce ou normal;
  • Amenorreia (ausência e menstruação).

Uma parcela pequena de mulheres não conseguem detectar a gravidez, justamente por continuarem menstruando durante os primeiros meses de gestação. Não é uma causa comum, mas também não é nada impossível de acontecer. Afinal, cada corpo se comporta de um jeito e reage aos hormônios de formas diferentes.

Se o sangramento for incomum, excessivo e muito escuro, é necessário procurar um médico na mesma hora, para que possa descartar a possibilidade de uma possível hemorragia.

Algumas doenças como o mioma, síndrome dos ovários policísticos, útero ou ovários invertidos, infecções ou até mesmo doenças sexualmente transmissíveis, podem fazer com que a sua menstruação atrase, por poucos dias ou até mesmo durante meses.

Assim sendo, somente um médico poderá avaliar cada caso, o histórico da paciente, os seus sintomas, o tempo que a menstruação está atrasada, se já tem filhos, se pretende engravidar, se toma algum medicamento, quantos parceiros sexuais possui e entre outros.

Cada gestação é única, assim como cada mulher. Se a gravidez for realmente comprovada, você precisa passar a tomar todos os cuidados, afinal está carregando uma vida dentro de você.

Em suma, vale à pena fazer os testes por curiosidade; para aliviar a sua ansiedade, mas, mais uma vez preciso frisar, nada substitui os testes de farmácia ou os exames de sangue.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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