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🥇 Fibromialgia: O que é, Causas e Tratamentos – Saiba tudo AQUI! 🤔

Olá meninas! Hoje o assunto é Fibromialgia. Provavelmente você é ou então você conhece alguém que está sempre com dores no corpo. O grande problema é que, por não ter diagnóstico ou nenhum motivo aparente, pode parecer que não se trata de nada sério, Pelo menos nada que precise de uma atenção médica.

Aí é que mora o perigo. Muitas pessoas acabam até achando que a outra pessoa está inventando dores, mas isso é uma tremenda injustiça. Isso porque a Fibromialgia é uma doença silenciosa, que ainda não tem cura e não é muito conhecida pelas pessoas.

Talvez o nome não pareça tão estranho assim, ainda mais se você acompanha as notícias e está sempre sendo informada de alguém que teve de se afastar das atividades devido à Fibromialgia. Pois então, este texto tem o objetivo de esclarecer um pouco mais sobre essa doença, para que você possa se informar ainda mais sobre ela.

Se você não sabe do que se trata, ou então deseja saber ainda mais, esse texto é para você. Basta acompanhar até o final para saber tudo sobre esse mal silencioso, que é a fibromialgia. Vamos lá?

O que é a Fibromialgia?

A Fibromialgia é uma doença crônica e isso, infelizmente, significa que ela não tem cura. Mas isso não quer dizer que as pessoas que tem essa doença tenham que ficar sofrendo. O ideal é que o diagnóstico seja feito de forma rápida, quanto mais cedo melhor. Isso irá facilitar a investigação dos médicos por métodos que possam aliviar as dores o quanto antes.

A dor principal da Fibromialgia atinge todo o corpo. Isso faz com que as pessoas que sofrem com essa doença fiquem impossibilitadas de desempenhar as atividades que costumavam fazer antes.

Qual é o diagnóstico da Fibromialgia?

O diagnóstico da Fibromialgia pode levar até mesmo anos para ser realizado. Isso acontece porque mesmo os exames não fazem com que seja fácil detectar algo anormal acontecendo. Muitas vezes esse quadro deixa os médicos até mesmo sem saber o verdadeiro motivo das dores.

Dessa forma, não é possível diagnosticar de onde vem as fortes dores que os pacientes sentem. No entanto, isso não quer dizer que a pessoa terá que viver sem saber o que tem. Ocorre que, mediante algumas consultas e analisando os sintomas relatados pelos pacientes, o médico poderá chegar ao diagnóstico da Fibromialgia.

Portanto, quanto antes ele for feito,mais facilmente o paciente irá se adaptar à doença, se acostumar com o tratamento e amenizar os efeitos dele. Tratamento este, aliás, que deverá ser feito pelo resto da vida.

Trata-se de uma doença não escolhe sexo nem idade. Ou seja, pessoas que qualquer faixa etária podem sofrer com ela. No entanto,  os casos de Fibromialgia são mais comuns em pessoas entre 30 e 50 anos de idade. Mas ela também pode se desenvolver em crianças, que deverão realizar um tratamento adequado. Dessa forma, as dores dessa doença poderão ser aliviadas.

A Fibromialgia é uma doença curável?

Infelizmente, não. A Fibromialgia ainda não tem cura. Ainda assim, seu tratamento é extremamente eficaz e as pessoas conseguem levar uma vida normal, mesmo portando a doença.

No entanto, vale ressaltar que, às vezes, as dores podem ser tão fortes que nem os medicamentos são capazes de amenizar o sofrimento dos pacientes. Nesses casos, é necessário procurar o seu médico responsável. Dessa forma, ele poderá recomendar um analgésico que seja mais potente e adequado para esse caso.

Quais são os sintomas da Fibromialgia?

Por muitos anos, era extremamente difícil diagnosticar essa doença. Muitas pessoas acreditavam que as dores que os pacientes sentiam não eram reais. Isso porque não eram capazes de identificar o que estava causando dor neles. Contudo, hoje em dia já é bem mais fácil conseguir um diagnóstico preciso. Isso se deve aos sintomas da Fibromialgia, que foram descobertos ao longo dos anos, como:

  • Dores nas articulações, nos músculos, e em todo o corpo. Isso sem apresentar nenhuma causa específica, como batidas, acidentes, e outros motivos que possam ser os causadores dessas dores;
  • Cansaço. A pessoa apresentar um cansaço excessivo quando realiza pequenas atividades físicas, ficando sem disposição para fazer qualquer coisa;
  • Perda de concentração, de foco, e alguns problemas de memória;
  • Dores na cabeça que continuam por muito tempo, mesmo depois de ter tomado remédio;
  • Dormência e formigamento nas mãos e nos pés;
  • Palpitações;
  • Problemas de sono.

Quais são as causas da Fibromialgia?

Não existe nenhuma causa  que seja específica da Fibromialgia. Ainda assim, existem algumas pessoas que se encontram em grupos de risco, como no caso das mulheres com idade entre 30 e 50 anos. Afinal, essa é a faixa etária na qual mais se identificam os casos de Fibromialgia.

Contudo, essa doença pode ser causada por três fatores:

Genética – Isso significa que, caso alguém da sua família tenha essa doença, é bastante provável que você seja diagnosticado com a Fibromialgia. As chances são maiores do que com qualquer outra pessoa;

Infecções e doenças causadas por vírus – Nesse caso, a Fibromialgia pode ser causada por essas doenças virais.

Sedentarismo, problemas de sono, má alimentação e falta de atividades físicas – Esses fatores também já foram assimilados às pessoas que apresentaram essa doença.

Qual é o tratamento para a Fibromialgia?

O tratamento da Fibromialgia é uma combinação de diversos tratamentos. Isso porque, além do remédio para aliviar as dores, também é feito todo um trabalho de fisioterapia, além de um plano de atividades moderadas, para que os músculos não sejam forçados.

As massagens e a acupuntura também são bastante indicadas para o tratamento da Fibromialgia. Isso porque elas conseguem relaxar o corpo. Com isso, os músculos ficam mais soltos, leves e menos tensos, o que faz com que as dores, quando ocorrem, ocorram em menor intensidade.

Para que o paciente possa ter uma vida normal, mesmo depois de ter sido diagnosticado, também são recomendadas terapia ocupacional e a prática de alguns métodos que ajudem a aliviar o stress e a diminuir a quantidade de pensamentos negativos.

O mais importante de tudo é não desanimar nunca. Muitas pessoas, por saberem que é uma doença incurável, acabam tomando o diagnóstico como uma sentença de morte, mas a verdade está longe disso. É totalmente possível conviver com a doença e sem sentir dor a todo momento. Basta receber o diagnóstico o quanto antes e trabalhar no tratamento. Lembre-se que você é muito mais forte do que pensa.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Tricomoníase – Saiba AQUI tudo sobre esta doença 🤔

Olá meninas! Hoje vou falar sobre a Tricomoníase. Apesar do nome pouco conhecido, ela é considerada uma DST (doença sexualmente transmissível) bastante comum.

O primeiro sinal dela é uma coceira genital bem intensa, do tipo que incomoda a ponto de desesperar. Depois dessa fase inicial, aparece um corrimento com cheiro bem desagradável. Por fim, bastante dor ao urinar.

Esses três sintomas nessa sequência são sinais de tricomoníase. Essa é uma doença sexualmente transmissível que afeta tanto os homens quanto as mulheres.  No entanto, vale lembrar que para as mulheres, podem haver consequências bem sérias.

Portanto, se você, minha amiga, não sabe o que é a tricomoníase, ou sabe e quer aprender ainda mais, você está no lugar certo! É só continuar comigo até o final desse artigo para aprender tudo. Vamos lá?

O que é a Tricomoníase?

A tricomoníase é uma DST que tem como causa um protozoário. Ela afeta, todos os anos, cerca de 2 milhões de pessoas em todo o Brasil.

Esses números tão grandes tem uma explicação bastante simples: mesmo com os sintomas que eu frisei ali no começo, somente uma parcela bem pequena dos infectados (cerca de 30%) apresentam alguns destes sinais.

A maioria dos infectados (os homens, na maioria dos casos), não apresentam sinal algum. Ou então, quando manifestam algum sintoma, eles são tão pequenos que não os motiva a procurar auxílio médico.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

O que causa a tricomoníase?

Como vimos ali em cima, a tricomoníase tem como causa um protozoário de nome Trichomonas vaginalis. O que importa, de fato, é o modo como ele chega ao corpo humano.

Esse protozoário pode infectar tanto homens quanto mulheres, por meio do sexo vaginal. Quando a relação é oral ou anal, a infecção geralmente não acontece. Afinal, esse protozoário não sobrevive se estiver fora do sistema urogenital.

Uma vez que esteja dentro do corpo humano, ele fica hospedado na mucosa vaginal, no prepúcio, na uretra ou até mesmo na próstata.

Como a tricomoníase é transmitida?

A tricomoníase é transmitida com bastante frequência via relações sexuais sem o uso de preservativo, quando uma das pessoas já tem esse protozoário em seu organismo.

De modo geral, as relações sexuais que apresentam risco de contaminação são as que acontecem entre homem e mulher e também entre mulher e mulher. Nas relações homem e homem, ela é praticamente inexistente.

Quando o protozoário causador da tricomoníase infecta uma mulher, ele fica instalado no trato genital inferior (região onde estão a vulva e a vagina). Quanto aos homens, ele se instala na uretra.

A tricomoníase é contagiosa?

De modo geral, a tricomoníase é transmitida somente por via sexual. Entretanto, o contágio pode ocorrer em outras situações bastante  raras. Um exemplo disso se dá por meio de objetos que estejam contaminados, como toalhas molhadas e também assentos de vasos sanitários.

Em alguns outros casos, as gestantes que forem contaminadas, podem transmitir essa doença para o bebê, por meio da transmissão vertical. No entanto é muito raro isso ocorrer, e se dá em apenas 5% dos casos.

Quando ocorre, essa contaminação pós parto é solucionada pouco tempo depois do nascimento, pois o organismo da criança elimina de forma natural esse protozoário.

Ainda assim, as meninas recém-nascidas ainda precisarão receber tratamento pelo período mínimo de três semanas.

Quais os fatores de risco da tricomoníase?

Primeiramente, por se tratar de uma doença sexualmente transmissível, a tricomoníase apresenta alguns fatores de risco já bastante conhecidos e totalmente fáceis de ser solucionados, como:

Já ter tido outras DSTs

As pessoas que já tiveram outras doenças sexualmente transmissíveis acabam tendo maiores chances de serem contaminadas com a tricomoníase.

Relações sexuais sem proteção

Fazer sexo sem usar preservativo, ainda que seja com um parceiro de muito tempo, aumenta significativamente a chance de se contaminar com o protozoário que causa a tricomoníase.

Portanto, para que você possa se proteger dessa doença, é importante sempre utilizar preservativo, seja ele masculino ou feminino.

Grande número de parceiros

Ainda que isso seja um tanto controverso, pessoas que tem muitos parceiros acabam tendo maiores chances de serem contaminadas com a tricomoníase. Isso se deve ao fato de que elas podem ter relações sexuais sem proteção em certas ocasiões.

Falta de higiene

Pode parecer até mesmo redundante e desnecessário afirmar isso, mas a falta de higiene é um outro fator de risco para que a pessoa seja contaminada com a tricomoníase.

Isso ocorre porque a doença também pode surgir devido ao uso de toalhas molhadas ou até mesmo por ter contato com um assento de vaso sanitário mal higienizado.

Quais são os sintomas da tricomoníase?

Da mesma forma que ocorre com algumas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase pode não ser diagnosticada facilmente, justamente por não apresentar sintomas em todos os casos. Entretanto, quando esses sinais se mostram, eles podem variar muito.

Algumas pessoas, por exemplo, se queixam apenas de uma simples irritação, enquanto com algumas outras pode até mesmo surgir uma inflamação grave em seu aparelho genital. Além disso, os sintomas são bastante diferentes nos homens e nas mulheres.

No que se refere às mulheres, a doença apresenta os seguintes sintomas:

  • Corrimento branco, cinzento, amarelo ou verde, com mau cheiro;
  • Vermelhidão na região genital;
  • Sangramentos vaginais;
  • Coceira na vagina;
  • Queimação;
  • Inflamação genital e dor ao urinar ou dor durante o ato sexual.

Porém no caso dos homens, os sintomas são bem mais leves. Eles geralmente costumam se queixar de:

  • Corrimento com cheiro desagradável;
  • Coceira;
  • Sensação de queimação ao urinar ou durante a ejaculação;
  • Urgência urinária.

Como a tricomoníase é tratada?

Da mesma forma que ocorre com muitas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase tem, sim, uma cura. Seu tratamento é realizado em etapas, para que a doença possa ser eliminada de forma completa do organismo.

Primeiramente, a recomendação é que as pessoas que tenham essa doença se abstenham sexualmente. Dessa forma, o organismo pode se reequilibrar e o desconforto irá diminuir.

Em uma segunda etapa, é preciso fazer uso de antibióticos e de quimioterápicos, tanto para o paciente quanto para os seus parceiros. Dessa forma é eliminado o risco de reinfecção.

No caso das mulheres, é possível realizar esse tratamento por meio de um medicamento oral, em uma única dose, em conjunto com a aplicação de um creme vaginal.

Quais os riscos de complicações?

É muito importante se atentar aos sintomas e procurar um tratamento o mais rápido possível. A complicação mais grave é a infertilidade.

Isso ocorre porque a doença inflama toda a área genital, o que pode causar obstrução tubária. Isso impede a passagem dos espermatozoides ou óvulos, o que causa a infertilidade.

Além do mais, a tricomoníase causa uma inflamação na parede vaginal, nas mulheres. No caso dos homens. ocorre uma inflamação na uretra, o que faz com que os espermatozoides fiquem mais lentos. Quando essa doença não é tratada, a inflamação também pode levar à infertilidade.

Portanto, é importantíssimo sempre se ater a todos os sinais que seu corpo lhe transmite. Dessa forma você pode levar uma vida saudável e com muito mais tranquilidade.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Colite – Saiba AQUI tudo sobre essa doença 🤔

Olá meninas! Você sabia que sentir dores na região do abdômen é algo bem comum? Sabia que isso afeta tanto os homens quanto as mulheres? Pois é. Algumas vezes, o incômodo nessa região é provocado pelo acúmulo de gases.

Já em outros casos, é a menstruação a responsável por provocar essas dores. Elas passam rapidamente e necessitam apenas do uso de analgésicos simples. Em alguns casos, somente o repouso já é o necessário para resolver esse problema.

No entanto, em outros casos, essa dor se torna algo tão frequente que pode ser um alerta de que alguma coisa mais séria está acontecendo. Saiba que uma das causadoras mais comuns é a colite.

Você já ouviu falar dessa doença? Conhece seus sintomas e sabe como tratá-la? Não? Então é só continuar comigo até o final desse artigo para aprender tudo sobre a colite.

    

O que é a colite?

A colite é uma doença inflamatória que geralmente atinge uma ou mais camadas do cólon e provoca disfunções em seu funcionamento.

Aliás, qualquer alteração no funcionamento dessa estrutura pode ser considerada um tipo de colite. Ela provoca sintomas bastante sérios, além de variar seus graus de intensidade.

Quais são os tipos de colite?

Assim como a maioria das doenças, a colite possui diferentes tipos, com sintomas diversos. Veja agora cada um desses tipos:

Colite ulcerativa

É o tipo de colite mais comum e ocorre quando o sistema imunológico de uma pessoa acaba atacando as bactérias do trato digestivo. É considerada uma doença crônica. A pessoa diagnosticada com esse tipo de colite, geralmente lida com períodos onde a doença é aguda. Mas também apresenta períodos de remissão, no qual os sintomas são poucos ou praticamente inexistentes.

As pessoas que sofrem com a colite ulcerativa costumam apresentar inflamações e ulcerações que vão desde o início do reto até a camada mais superficial do cólon. Além disso, essas pessoas apresentam constantes diarreias e dores abdominais.

Colite isquêmica

Essa doença ocorre quando o fluxo sanguíneo que deveria ir para o cólon é cortado ou restringido. Ela é provocada pelos coágulos de sangue.

Esse tipo de colite pode ser provocado por aterosclerose na região do cólon ou então outra doenças como a vasculite, a hérnia, a diabetes, o câncer de cólon, a desidratação ou então pode ser provocada pelo uso de certos medicamentos.

Essa doença ocorre com maior frequência no lado esquerdo do cólon e causa diarreia, dores abdominais, além de sangramento intestinal.

Colite provocada por infecção viral

Nesse caso, a doença é provocada por um vírus que se aloja na região do cólon e pode ser contraído por meio de relações sexuais sem uso de preservativo, transfusões de sangue ou então o contato com saliva, urina ou gotículas respiratórias.

Enterocolite

Esse tipo de colite é provocado por infecções bacterianas ou virais, por medicamentos ou até mesmo por intoxicação alimentar, e pode atingir o intestino grosso ou o delgado.

Pessoas que sofrem com a enterocolite podem apresentar diarreia, dores abdominais e febre, além de náusea e vômitos.

Colite pseudomembranosa

Essa doença se deve a um desequilíbrio entre as bactérias boas e ruins que ficam no intestino. Nesse caso, o uso de antibióticos ou de outros remédios pode eliminar as bactérias boas, o que provoca infecções.

No caso de colite pseudomembranosa, o paciente pode apresentar como sintomas a diarreia e o surgimento de placas esbranquiçadas no interior do cólon.

Colite nervosa

Esse tipo de colite é chamado também de síndrome do intestino irritável. Ela é o resultado de uma dieta pobre em fibras ou, ainda, pode ser provocada devido a um quadro de stress elevado. Ela é considerada uma doença crônica e pode piorar, de acordo com a alimentação e também durante o ciclo menstrual.

Colite microscópica

Este é um dos tipos mais raros de colite e se dá, geralmente, em pacientes com mais de 60 anos e está quase sempre associada a casos de doenças autoimunes. Ela pode provocar diversos sintomas, como diarreia aquosa, dores abdominais e cólicas, perda de peso não intencional e náuseas.

Doença de Crohn

Esta é uma doença crônica que afeta principalmente a parte inferior do intestino delgado e do intestino grosso, podendo chegar a atingir todo o sistema digestivo.

Soa causa é desconhecida e ela não tem cura. A doença de Crohn pode ser controlada, e apresenta como principais sintomas a diarreia, a dor abdominal, a febre, a fraqueza e a perda de peso. Ela é bem mais frequente em pessoas entre 20 e 30 anos.

Colite alérgica em crianças

Esse tipo de colite pode afetar crianças com menos de um ano. Ela é provocada por uma alergia ao leite de vaca ou de soja e seu surgimento é mais comum em crianças que ainda estão sendo amamentadas com o leite materno.

Colite hemorrágica

Ela é provocada por uma bactéria. No caso dessa doença, a pessoa sofre com um quadro de diarreia sanguinolenta e dor abdominal bastante intensa.

O que causa a colite?

Os fatores causadores da colite variam de acordo com o tipo de colite, embora grande parte dos casos ela seja desconhecida. Entretanto, existem algumas causas possíveis:

  • Infecções agudas e crônicas, causadas por vírus e parasitas;
  • intoxicação alimentar causada por bactérias;
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Baixa circulação sanguínea;
  • Radiação passada para o intestino grosso.

Como é transmitida a colite?

De modo geral, a colite não é transmissível. Isso só ocorre quando ela é causada por algumas infecções virais. Nesses casos, o vírus que é o causador da doença pode ser transmitido através de relações sexuais, transfusões de sangue, saliva, fezes, leite materno, urina e também gotículas vindas das vidas respiratórias.

Quem pode desenvolver colite?

A colite é uma doença que afeta tanto homens quanto mulheres. Entretanto, ela é mais comum em pessoas com idade entre 15 e 35 anos. Ou, ainda, entre os 60 e os 80 anos.

Além disso, o fator genético também pode facilitar o surgimento dessa doença, assim como os fatores ambientais (como a poluição do ar) e algumas dietas. Os fatores emocionais, como o stress em excesso e os desequilíbrios emocionais contribuem para agravar a situação.

Quais os sintomas da colite?

No caso da colite, os sintomas variam de acordo com a extensão do problema e também do local afetado.

Entretanto, as pessoas que sofrem com essa doença podem apresentar esses principais sintomas: dilatação abdominal, dor abdominal frequente ou recorrente, fezes com sangue, calafrios, necessidade constante de evacuar, desidratação, diarreia, febre e aumento de flatulência ao longo do dia.

Como a colite é tratada?

Ainda que seu tratamento varie de acordo com o tipo de colite diagnosticada pelo médico, as principais medidas envolvem uma alimentação saudável, incluindo os probióticos , a ingestão de muita água e também o uso de medicamentos que são destinados ao combate das dores e que amenizam os sintomas.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Benzetacil – Saiba tudo sobre este medicamento 🤔

Olá meninas! Hoje o assunto é benzetacil. Tenho certeza que se você nunca teve que tomar, já ouviu falar sobre, não é? Pois bem, se você quer saber tudo sobre o assunto, é só ficar comigo até o final desse artigo.

O que é Benzetacil?

Benzetacil nada mais é do que um medicamento injetável que muitas pessoas já ouviram falar, mas poucas sabem do que realmente se trata. “Benzetacil” é o nome comercial usado para a veiculação de uma substância conhecida pelos especialistas como benzilpenicilina benzatina.

Como o próprio nome sugere, é um tipo de penicilina. Ou seja, é um antibiótico, aliás muito forte, diga-se de passagem, que é utilizado tanto para o tratamento de infecções e doenças causados por organismos como bactérias.

O uso desse medicamento não é dos mais confortáveis.

Por ter uma concentração muito grande da substância mencionada, o medicamento é bastante denso e tem um aspecto pastoso.

Isso sem falar que o benzetacil é um medicamento aplicado de forma intramuscular. Sendo assim, seu aspecto pastoso acaba dificultando a entrada do medicamento na corrente sanguínea. Devido esses fatores, a injeção desse medicamento provoca um grande desconforto que pode durar desde algumas horas até dias inteiros.

Existe ainda a questão do local em que esse medicamento deve ser injetado: nos glúteos ou então na região lateral da coxa (no caso de bebês de até 2 anos de idade), pois é o local mais flácido do corpo, que apresenta mais gordura e menor concentração de músculos.

O que torna o processo ainda mais difícil não é somente a aplicação do medicamento, que já é dolorosa devido à sua alta concentração de penicilina, mas também o fato de que, na hora da injeção, o paciente não pode forma alguma contrair os glúteos. Caso contrário, isso pode fazer com que a agulha se quebre e provoque uma dor ainda maior, além de fazer com que a aplicação da injeção tenha que ser repetida.

É por todos esses motivos que a aplicação da benzetacil só deve ser feita por profissionais devidamente orientados: de forma lenta e contínua, evitando dessa forma o entupimento da agulha e também procurando reduzir ao máximo a dor que o paciente irá sentir, de preferência variando o local de aplicação, caso seja necessário.

É um procedimento realmente delicado e que pode até mesmo provocar maiores danos ao corpo, caso seja feito por um profissional despreparado.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Para que serve o Benzetacil?

Ainda que seja bastante dolorido esse processo,  o benzetacil é um medicamento bastante eficiente contra diversos tipos de infecções bacterianas, como:

  • Amigdalite;
  • Faringite;
  • Laringite;
  • Doenças renais e reumáticas;
  • Infecções no aparelho respiratório;
  • Sífilis, entre outras.

Devido à sua alta eficiência, o benzetacil é apenas utilizados em casos realmente graves, nos quais a infecção já atingiu um estágio avançado e corre o risco de contaminar as outras partes saudáveis do corpo.

Além de totalmente eficiente no combate a esse tipo de infecção no corpo, o benzetacil também é muito utilizado devido à sua rápida ação no organismo. Sua ação é quase que imediata, dificilmente levando mais do que 48 horas para eliminar a infecção.

Em algumas horas, por exemplo, a ação do benzetacil já faz uma diferença considerável no combate à enfermidades de grau leve a médio, como a amigdalite. No caso de infecções mais graves, como no caso da sífilis (que não tem cura), é possível alcançar um alívio considerável nos sintomas e até mesmo reduzir o avanço dessa doença.

O que diz a Bula?

Por ser um medicamento extremamente forte e potente, a dosagem bem como a aplicação do benzetacil só podem ser feitas em locais médicos controlados. O uso desse medicamento se dá apenas em casos mais graves, e geralmente é o próprio médico quem aplica o remédio no consultório, ou então no pronto atendimento, dependendo do caso.

O benzetacil, vale ressaltar, é um antibiótico, portanto sua prescrição só pode ser feita mediante avaliação médica. A comercialização de antibióticos é estritamente controlada no Brasil, e só pode ser realizada com a retenção de uma via da receita pelo profissional.

A bula do benzetacil aponta a concentração do componente benzilpenicilina benzatina no medicamento, a posologia conforme o consenso médico e, ainda, os principais efeitos colaterais do seu uso.

Entretanto, a posologia específica é somente o médico quem pode determinar, seguindo as particulares de cada caso.

É de suma importância não arriscar e se automedicar com benzetacil.

Não apenas pela potência do medicamento, mas também pela dificuldade e os demais riscos durante a aplicação.

Além disso, vale ressaltar que o uso de benzetacil é restrito aos casos de maior gravidade, nos quais a infecção já se espalhou consideravelmente e precisa ser combatida o mais rápido possível. Na maioria dos casos, entretanto, o tratamento pode ser feito com antibióticos mais fracos, sem a necessidade do benzetacil.

Vale lembrar também que existem algumas contraindicações para o uso do medicamento. A principal delas é que pacientes que apresentem alergia a penicilina não devem usar o benzetacil. A pessoa sempre deve verificar se não tem alergia a nenhum dos componentes da benzetacil. Eles incluem citrato de sódio, povidona, edetato dissódico, propilparabeno, metilparabeno, metabissulfito de sódio e água para injetáveis.

O uso desse medicamento também não é indicado a mulheres grávidas ou lactantes, a não ser em casos de extrema gravidade. Por fim, o benzetacil não deve ser misturado com o consumo de bebidas alcoólicas. Isso irá aumentar o efeito do álcool no fígado, podendo causar sérios danos ao órgão.

Quais os efeitos colaterais?

Quando se discute os efeitos colaterais do benzetacil, o principal deles é a dor. Sim, o uso desse medicamento provoca dores intensas, principalmente no momento da aplicação. Entretanto, essa dor vai além do momento da injeção e costuma perdurar por longos períodos, que vão até em média 24 horas após a aplicação.

Entretanto, existem ainda alguns outros possíveis efeitos colaterais , listados na bula. Não é incomum que a pessoa apresente certos efeitos colaterais negativos depois da aplicação. É possível apresentar náusea, enjoo, diarreia, enxaqueca, vômito e algumas outras complicações no sistema gastrointestinal.

Além disso, também é possível a manifestação de outros sintomas como herpes e candidíase e retenção de líquidos. Existem ainda as reações cutâneas como coceiras, erupções na pele, urticária, vermelhidão, queda da pressão arterial e até laringite.

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🥇 Leucemia: O que é, tipos e tratamento 🤔

O câncer é, com certeza, uma das piores doenças que afetam as pessoas. Além de ser também aquela que gera mais medo, afinal de contas, alguns tipos são uma sentença de morte. Além de ser uma doença que impõe muito sofrimento.

Existe um tipo de câncer que requer bastante atenção e deixa as pessoas bastante inseguras. Principalmente porque algumas pessoas desconhecem a sua gravidade. Esse tipo de câncer é chamado de Leucemia.

Você sabe precisar quando uma pessoa apresenta leucemia? Sabe como pode lidar com esse problema? Não? Então fique tranquila. Eu criei esse artigo justamente para dar a você, minha amiga leitora, um norte. Acompanhe a postagem até o final e saiba tudo sobre o assunto.

O que é leucemia?

A leucemia é um tipo de câncer maligno. Ele começa afetando a medula óssea, que é onde as células sanguíneas são produzidas.

Os leucócitos (chamados de glóbulos brancos) são afetados e passam a se reproduzir de forma descontrolada, causando todos os sinais e sintomas que caracterizam a Leucemia.

A leucemia é dividida em duas categorias. A primeira é a mieloide. Nesse caso, as estruturas afetadas são a célula-tronco mieloides. Isso pode afetar granulócitos, basófilos, monócitos, eosinófilos ou eritrócitos.

A segunda categoria é chamada de linfoide, na qual os linfócitos é que são afetados.

A leucemia pode, também, ser classificada dependendo da velocidade em que as células doentes se dividem. Quando essa divisão ocorre rapidamente, caracteriza-se como leucemia aguda. No entanto, se a divisão for lenta, é provável que o diagnóstico seja de leucemia crônica.

No caso da leucemia crônica, a doença se desenvolve lentamente. As células cancerígenas se desenvolvem de forma semelhante às estruturas normais. Isso permite que os pacientes,ainda que doentes, possam manter certas funções normais do seu organismo.

A leucemia aguda evolui de forma rápida, afetando os blastos (células jovens que ainda não se formaram completamente). Isso acaba comprometendo todas as funções e incapacita o organismo de se defender das infecções.

Quais os tipos de leucemia?

A leucemia apresenta quatro tipos. Cada um deles tem características diferentes e afeta um determinado público. Veja quais são os tipos:

  • Leucemia mieloide aguda

Esse tipo pode aparecer em qualquer pessoa, entretanto, ela geralmente se desenvolve com mais frequência nas pessoas com mais de 65 anos.

É caracterizada pela produção de glóbulos brancos imaturos. Ou seja, produz células de defesa que não conseguem proteger o organismo contra a ação dos vírus e bactérias.

Esse tipo de leucemia tem de ser combatido rapidamente. Afinal, se desenvolve rapidamente e inclusive pode bloquear a formação dos demais componentes do sangue, como as plaquetas e os glóbulos vermelhos.

  • Leucemia mieloide crônica

Nesse tipo de leucemia, a parte afetada é a medula óssea. Ele é mais frequente em pessoas em torno de 50 anos.

Durante a leucemia mieloide crônica, os glóbulos brancos são prejudicados, resultando em estruturas com anormalidade genética. No entanto, essa doença apresenta um alto percentual de cura. Sete entre dez pessoas conseguem se ver livres dela completamente.

  • Leucemia linfoide aguda

Esse é um dos tipos de câncer mais comuns nas crianças. Ela é uma doença não hereditária e que apresenta um alto índice de cura. A cada dez crianças diagnosticadas, nove se curam completamente.

Nesse tipo de leucemia, as células-tronco encarregadas de desenvolver os componentes do sangue adoecem, dificultando o combate a infecções, hemorragias ou, ainda, a oxigenação do corpo.

  • Leucemia linfoide crônica

Esse tipo de doença afeta, mais frequentemente, pessoas que tem mais de 50 anos. Não é considerada uma enfermidade hereditária. Ela é adquirida por hábitos ao longo da vida.

Diferentemente das outras formas de leucemia, o tipo linfoide crônico apresenta casos nos quais um tratamento não se faz necessário. Ele deve ser feito somente quando os glóbulos brancos passam a se desenvolver de forma descontrolada, perdendo funções.

Quais os fatores de risco?

Ainda que as causas exatas de um câncer como a leucemia não sejam conhecidas, existem certos fatores de risco que acabam favorecendo o seu aparecimento.

Um deles é quando ocorrem certas doenças do sangue, como a mielodisplasia e também neoplasias mieloproliferativas.

Pessoas que sofrem com doenças genéticas, como anemia de fanconi, neurofibromatose ou então a Síndrome de Down, apresentam maiores chances de acabar desenvolvendo algum dos tipos listados de leucemia.

A exposição a produtos químicos derivados do benzeno também eleva as chances de desenvolver leucemia. Além disso, se a pessoa já tiver feito algum tratamento prévio com radioterapia ou quimioterapia, ou então tiver sido exposta à radiação ionizante, pode apresentar um dos tipos de leucemia citados.

Quais os sintomas da leucemia?

Primeiramente, uma pessoa portadora de leucemia pode apresentar hemorragias, infecções e também anemias. Isso se deve ao dano na produção de plaquetas, glóbulos brancos e glóbulos vermelhos.

Entretanto, o crescimento descontrolado de células como os linfócitos desencadeia diferentes sintomas. Um exemplo disso é a síndrome anêmica, que surge devido à produção de eritrócitos na medula óssea.

A diminuição das plaquetas pode ainda resultar na síndrome trombocitopênica, causando pequenas hemorragias.

Ademais, a queda dos leucócitos normais pode fazer com que surjam os seguintes problemas: febre, língua dolorida, infecções frequentes, aftas, sudorese excessiva durante a noite e gânglios linfáticos bastante inchados.

Além disso, pessoas com leucemia podem apresentar dores nos ossos, aumento do tamanho do baço, dores nas articulações, problemas relacionados aos órgãos, além de dores no esterno.

De que forma a leucemia é tratada?

Como eu esclareci em algumas partes desse artigo, a leucemia, em vários casos, tem cura. No entanto, para possa ser feito o tratamento ideal, é necessário saber qual tipo de leucemia a pessoa está enfrentando.

No entanto, de modo geral, as pessoas diagnosticadas com leucemia têm a quimioterapia e a radioterapia à disposição para combater esse problema. Além disso, também podem ser feitos a terapia biológica ou então o transplante de células tronco.

Aliás, é se suma importância esclarecer que o tratamento da leucemia é feito em fases. A primeira parte do tratamento é feita até que a doença entre em estágio de remissão completa. A cura surge então com o uso de poliquimioterapia.

Após esse primeiro momento, o tratamento da leucemia vai variar de acordo com o tipo. Ele pode levar menos de um ano ou então até dois anos. Tudo irá depender do tipo e da gravidade da doença.

Ser diagnosticado com leucemia é algo bem difícil, mas saiba que o problema pode sim ser enfrentado e vencido!

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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