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🥇 Protetor Solar para Bebês: Saiba AQUI as Melhores Marcas!🤔

Olá meninas! Será que os bebês podem usar qualquer protetor solar, sem nenhuma ressalva? Afinal, sabemos que eles têm uma pele mais delicada e, às vezes, ao invés de protegê-los, fazemos justamente o contrário disso.

Um exemplo disso aconteceu com uma mãe australiana, que usou protetor solar no seu bebê de 3 meses. Ela achou que estava protegendo, mas a criança era alérgica a um dos componentes da fórmula. Esse deslize fez com que surgissem erupções cutâneas e vermelhidão na pele do bebê.

Fica um alerta para as mães: não é qualquer produto que pode ser usado no bebê, por mais inofensivo que pareça. Se você quer aprender mais sobre os tipos de protetor solar para bebês e quais os melhores, veio ao lugar certo. Preparei este artigo justamente para elucidar essas questões e te deixar ainda mais informada. Vamos lá?

Bebês menores de 6 meses podem usar protetor solar?

Na verdade, não existe um tempo precisamente necessário para que o bebê desenvolva a resistência da sua pele. Sendo assim, caso utilize protetor solar, o bebê pode ficar sujeito a irritações. Por isso mesmo não é aconselhável utilizar protetor solar em bebês com menos de 6 meses. A alternativa é apenas protegê-lo do sol com tecidos leves.

A pele dos bebês é extremamente sensível e, por isso mesmo, absorve o produto com maior facilidade. Além disso, ainda é possível que a pele do bebê encontre dificuldade de eliminar o produto. Afinal, seu sistema de sudorese ainda está bastante imaturo.

Bebês com mais de 6 meses podem usar qualquer protetor solar?

Não, é preciso fazer uso de protetores solares específicos. A partir dos 6 meses de idade é preciso ter muita cautela com o que irá aplicar na pele do bebê. Por isso, é necessário utilizar apenas um protetor solar que seja próprio para a idade dele.

Para as crianças de 6 meses a 2 anos, é recomendado o uso de protetores que contenham filtros inorgânicos. Portanto, devem conter dióxido de titânio e óxido de zinco, pois são filtros físicos. Basta observar a composição na embalagem para identificar facilmente essa informação.

O fator de proteção solar (FPS) deve sempre ser acima de 30 e, se a pele do bebê for mais clara, a indicação é um FPS superior a 40.

É muito aconselhável que o filtro proteja tanto dos raios UVA quanto dos raios UVB. A emissão de raios UVB é mais forte das 10 às 15 h. Eles podem ocasionar queimaduras solares, além de serem os principais responsáveis pelo câncer de pele. Já os raios UVA são emitidos o dia todo e podem gerar manchas na pele, envelhecimento precoce e também, favorecer o aparecimento de câncer de pele.

Qual o protetor solar ideal para as crianças?

O melhor deve ser um que, caso caia nos olhos, não arda. Essa composição é chamada de tear free. Antes de aplicar o filtro solar no seu bebê pela primeira vez, faça um teste. Coloque uma pequena quantidade nas costas da criança, espalhe bem e aguarde alguns minutos. Assim, você poderá ter certeza que a pele dela não vai desenvolver nenhuma reação ao produto.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Quais as melhores marcas de protetor solar para crianças?

No Brasil a oferta de protetores solares é bastante ampla. No entanto, seguindo as características que foram apontadas neste artigo, você poderá definir qual a marca mais indicada. Além disso, as marcas mais populares geralmente atendem os requisitos necessários. Veja:

  • Coppertone Baby Loção: em torno de R$50.
  • Protetor Solar Turma da Mônica: em torno de R$44.
  • Protetor Solar Baby Boti: em torno de R$50.
  • Protetor Solar para bebês da Natura: em torno de R$62.
  • Protetor Solar Mustela para bebês – Especial Intolerâncias: em torno de R$80.
  • Banana Boat Baby: em torno de R$150.

Como aplicar corretamente o protetor no solar no seu bebê?

Primeiramente, saiba que a forma de aplicar também é uma parte super importante. Isso porque ela faz com que a pele da criança absorva muito mais e leve mais tempo para eliminar, deixando o bebê protegido por mais tempo. Portanto, ao aplicar o filtro solar:

  • Primeiramente, para que você possa ter mais cuidado e mais tempo, procure fazer a aplicação em casa antes de sair, se for possível.
  • Aplique o protetor por volta de 30 minutos antes da exposição ao sol, ou então do contato com a água.
  • Tire toda a roupa do bebê para aplicar o protetor solar. Dessa forma você poderá ter certeza que o filtro solar foi distribuído em todas as partes necessárias, inclusive nas juntas e nas orelhas.
  • Não aplique em círculos. Espalhe o protetor de forma uniforme para que a pele possa absorver bem.
  • Depois de 2 horas no sol, aplique novamente. Assim você irá prolongar a proteção contra o sol. Afinal, o filtro solar não dura o dia todo, pois o suor faz com ele seja eliminado.

Como proteger do sol o bebê com menos de 6 meses?

Como não é indicado aplicar o protetor solar, você precisa proteger seu bebê de formas alternativas:

  • Se for possível, evite sair ou expor o bebê ao sol nos horários em que a incidência estiver maior. Horários esses das 10 h até as 16 h. Vale lembrar que no horário de verão a incidência prejudicial vai até mais tarde.
  • Proteja sempre a pele da criança usando roupas leves, especialmente de malha.  Tecidos leves são melhores na absorção dos raios solares.
  • Use bonés ou chapéus para proteger o rosto e a cabeça.
  • Ao sair, leve sempre uma sombrinha ou então saia com o carrinho, que tem aquela aba protetora.

Que riscos o sol oferece para os bebês?

A pele da criança menor de 2 anos é extremamente fina e delicada. Além disso, a criança ainda não tem o seu sistema imunológico completamente formado. Portanto, ao expor seu bebê diretamente aos raios solares pode torná-lo propenso a desenvolver algumas doenças no futuro. Além de saber quais os melhores e mais indicados protetores para o seu bebê, você também precisa se atentar para as consequências da exposição indevida ao sol:

  • Queimaduras na pele que podem durar vários dias;
  • Aparecimento de manchas e sardas, que podem durar a vida inteira;
  • Risco de câncer de pele na idade adulta;
  • Risco de insolação;
  • Problemas de saúde futuros.

É muito comum falarem que os bebês precisam ser expostos ao sol para absorver vitamina D. No entanto, esta recomendação é mal interpretada na maioria das vezes.

Não se trata de deixar a criança no sol e, muito menos, nos horários de incidência de raios prejudiciais, entre as 10:00 e as 16:00. É só permitir que os raios atinjam um pouco os braços, as mãos e as pernas. Isso deve ser feito durante as primeiras horas do dia ou no finalzinho da tarde. Assim o seu bebê poderá aproveitar os benefícios do sol sem correr nenhum risco.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

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🥇 Autismo – Saiba tudo sobre este transtorno 🤔

O autismo é um transtorno que se dá no desenvolvimento do sistema nervoso e prejudica a capacidade de interagir e de se comunicar, originando danos à linguagem e sociabilidade do indivíduo. Esse transtorno também recebe o nome de Transtorno do Espectro Autista (TEA), porque, como você verá adiante, existem diferentes graus e níveis de autismo, distribuídos dentro de um espectro. O autismo uma doença considerada comum, que afeta cerca de 150 mil pessoas por ano, aqui no Brasil.

O problema dessa doença envolve o preconceito que seus portadores sofrem. Os pacientes vítimas do autismo também sofrem nas mãos da sociedade, que estimula todo o tipo de discriminações devido à falta de informação. Visto que a enfermidade se manifesta desde a infância, essa questão também envolve a falta de preparo das escolas e creches. Existem diversos relatos de crianças autistas que sofrem bullying na escola por parte de seus próprios colegas. Todos nós sabemos que esse tipo de marginalização gera profundos traumas na psique de uma pessoa, muitas das vezes de forma irreversível.

Ainda não existem pesquisas conclusivas sobre qual é a causa do autismo. Alguns ponderam sobre as questões genéticas e hereditárias da doença, outros, no entanto, apontam uma disfunção no próprio sistema cerebral. Contudo, não existem conclusões precisas em nenhum dos dois lados. Isso leva a uma ignorância geral em relação a esse transtorno, o que consequentemente acaba agravando o problema do preconceito e também dificultando as pesquisas sobre os melhores métodos de tratamento e de uma eventual cura para esta doença.

Quais as características do Autismo?

Como visto anteriormente, o autismo é um transtorno que se manifesta desde o período da infância. A criança com autismo apresenta, sobretudo, dificuldade em socializar com as crianças de sua idade. No entanto, nem toda falta de sociabilidade pode ser relacionada diretamente a um quadro autista.

Muitas vezes, existe apenas uma grande timidez relacionada à personalidade da criança. É super importante procurar uma opinião médica antes que você chegue a um diagnóstico por conta própria. Os profissionais responsáveis pelo diagnóstico são os psicólogos e os psiquiatras.

Se você reconhecer alguns dos sintomas de autismo em seu filho ou filha, é importantíssimo levar a criança a um atendimento médico o quanto antes. Quanto mais cedo houver a confirmação do diagnóstico, mais chances a criança terá de levar uma vida saudável e ser um membro ativo na sociedade. Tudo isso é parte de um processo médico, que deve ser começado o mais cedo possível. Dessa forma, as chances de uma maior sociabilidade e comunicabilidade da criança serão bem maiores. Existem diversos casos que apontam para essa possibilidade. Tudo se inicia com o diagnóstico.

Quais os sintomas do autismo?

Primeiramente, é sempre muito importante se atentar aos sintomas e, caso a criança demonstre um ou mais deles, ela deve ser levada o quanto antes a um profissional da área.

Os sintomas do autismo abrangem o aspecto da comunicação e da sociabilidade da criança. Existem vários graus desse transtorno, e cada pessoa manifesta o autismo de diferentes formas. É preciso muita atenção para os seguintes comportamentos na sua criança:

  • Dificuldade em se relacionar com as outras pessoas, muitas vezes não conseguindo manter uma conversa ou o contato físico (abraços, beijos etc.);
  • Dificuldades na alfabetização, como quando a criança não consegue ler, escrever, desenhar. Em suma: quando não é capaz de se expressar de forma adequada utilizando os meios gráficos e verbais comuns;
  • Repetição de padrões de comportamento, como reorganizar brinquedos de forma constante, repetição de palavras, sons ou palmas com muita frequência;
  • Ataques de fúria, stress e raiva em situações de frustração de expectativas (por exemplo quando os brinquedos e objetos estão fora daquele padrão desejado, ou quando a criança é forçada a interagir com as outras).

Vale sempre lembrar que  é essencial saber a distinção entre esses sintomas em sua criança da mera timidez ou traços de uma personalidade mais introspectiva. Ademais, ignorar esses sintomas, ou então tratá-los com indiferença, como se fossem “frescura”, certamente irá piorar ainda mais a situação da criança e atrapalhar no tratamento.

Quais os graus de Autismo?

Existem três graus diferentes do autismo, sendo eles:

O primeiro nível, que é o menos grave, no qual a criança pode apresentar algumas dificuldades para interagir socialmente, no entanto sem prejuízo de comunicação, cuja funcionalidade irá depender da relação que a criança tem com a pessoa que está interagindo. Alguns outros traços de comportamento incluem inflexibilidade, dificuldades para estudar, dificuldade de planejamento e desorganização geral.

O segundo nível já traz alguns sintomas mais graves. A criança com autismo desse grau apresenta mais dificuldades para interagir socialmente, e não consegue interagir mesmo quando recebe apoio. Seu comportamento é ainda mais inflexível. As crianças com autismo nesse grau não lidam bem com mudanças que vão contra seus sistemas de organização pessoal. Além disso, costumam apresentar repetições mais frequente em seus comportamentos.

Já o terceiro grau é o mais grave desse espectro. Nesse grau de autismo, a criança tem sua comunicabilidade totalmente prejudicada. Essas crianças vivem de forma isolada das outras, abominam contato físico e tem um comportamento extremamente repetitivo.

Como é feito o tratamento do autismo?

Primeiramente, tudo de inicia pelo respeito à condição da criança. O tratamento não progredirá se for feito baseado em preconceito e ignorância. É fundamental respeitar a maneira de ver as coisas de seu filho ou filha autista. Caso ele/ela evite contato físico, é melhor não insistir, pois isso poderá agravar ainda mais a interatividade social da criança. Procure aceitar as orientações médicas de coração aberto, acompanhando sempre o tratamento de perto e colocando em prática tudo o que o profissional de saúde solicitar, de modo a criar um vínculo saudável com a criança. Dessa forma a criança também irá criar um vínculo saudável com a sociedade.

Antes de mais nada, é preciso entender que o autismo se manifesta de maneiras diferentes em cada indivíduo. Cada criança autista, portanto, tem um jeito de interagir e de se comunicar com as pessoas e o mundo ao seu redor. É muito importante que os pais se empenhem para entender esse comportamento em sua criança, para que possam ter uma boa relação com ela.

É muito importante destacar a seguinte informação: autismo não tem cura. O tratamento, no entanto, visa atacar os principais sintomas dessa doença e diminuí-los na medida do possível. A intervenção médica é principalmente psicológica, valendo-se cada vez menos de remédios à medida que o tratamento for progredindo. Outro ponto que é bem importante frisar é que os pais também devem fazer acompanhamento psicológico, tanto quanto a criança. Para que possam aprender a lidar com a situação da forma mais apropriada.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

 

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