🥇 Sibutramina – Saiba tudo sobre este medicamento 🤔

Um dos medicamentos mais utilizados pelas pessoas que sofrem com a obesidade é o Sibutramina. Isso ocorre porque ele aumenta a sensação de saciedade, o que ajuda a evitar a ingestão de alimentos em excesso e também a aumentar a termogênese, facilitando a perda de peso. Ele é um remédio forte, que pode apresentar alguns efeitos colaterais e que deve ser usado estritamente mediante orientação médica.

O Sibutramina não deve ser usado unicamente como emagrecedor. Ele deve apenas ajudar na perda de peso, combinado a exercícios físicos e a uma alimentação saudável. O Sibutramina age diminuindo o apetite e dando a sensação de saciedade por um tempo maior. Ele ajuda também em problemas como o colesterol alto, diabetes, hipertensão, entre outros.

Como surgiu o Sibutramina?

No começo, o Sibutramina era usado como antidepressivo. Ocorre que o medicamento não surtiu grande efeito no tratamento dessa doença, entretanto, causou efeitos no cérebro que fizeram os pacientes sentirem menos fome. Isso levou à redução da quantidade de alimento ingerido.

Os seus efeitos estão ligados a mudanças na interação entre os neurônios responsáveis pela noradrenalina, serotonina e dopamina. Isso acaba interferindo na função que o cérebro comandou a princípio. Devido a esse tipo de efeito, o medicamento passou  a ser indicado para o tratamento de obesidade nas pessoas que não conseguem diminuir o índice de massa corporal para os níveis adequados para o corpo ou que possuem alguma outra doença.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

O que é obesidade e quais os tipos?

A obesidade nada mais é do que o acúmulo de gordura no corpo que se deve ao excesso de calorias ingeridas durante a alimentação. Ela pode levar a uma série de outras doenças, como diabetes tipo 2, doenças do coração, pressão alta, artrite, apneia e derrame. Ao consumirmos mais calorias do que gastamos, o nosso peso aumenta. Em suma, tudo o que comemos e todas as atividades que praticamos influenciam diretamente nesse quadro.

Tipos de obesidade

A obesidade pode ser classificada em diversos tipos. Veja:

Homogênea:

Nesse tipo de obesidade a gordura é distribuída de forma homogênea no corpo: tanto braços, quanto nas pernas e no abdômen.

Andróide:

Esse tipo de obesidade é mais comum nos homens, ou então nas mulheres depois da menopausa. Ocorre um acúmulo maior  de gordura na região do abdômen e também no tórax. isso faz com que aumentem os riscos de doenças cardíacas.

Ginecóide:

Esse é o famoso formato de pera e é mais presente nas mulheres. Isso ocorre devido a um acúmulo de gordura concentrado nas nádegas, no quadril e nas coxas. Nesse caso, aumenta-se as chances de desenvolver artrose e varizes.

Classificação por IMC (Índice de Massa Corpórea)
IMC 1: entre 25 e 29,9 kg/m² = Sobrepeso
IMC 2: entre 30 e 34,9 kg/m² = Obesidade grau I
IMC 3 – Entre 35 e 39,9 kg/m² =Obesidade Grau II
IMC 4 += 40 kg/m² = Obesidade Grau III.

Quais são os fatores de risco?

Genética:

Os genes, aliás, podem afetar a quantidade de gordura que o corpo armazena e como ela é distribuída. A genética é responsável pela eficiência na hora de transformar os alimentos em energia e pela forma como ocorre a queima de calorias durante a prática de exercícios físicos.

Estilo de vida familiar:

Caso um ou ambos os seus pais biológicos possuam problemas de peso, o risco de obesidade aumenta consideravelmente. Isso porque os integrantes de uma família, geralmente têm os mesmos hábitos alimentares.

Inatividade:

Se uma pessoa não for muito ativa, a queima de calorias acaba sendo menor. Enquanto levarmos um estilo de vida sedentário, será bem fácil ingerir mais calorias

Má alimentação:

Ter uma dieta rica em calorias, fast-food e bebidas hipercalóricas, eventualmente levará ao sobrepeso.

Doenças:

Existem algumas doenças que são responsáveis por causar a obesidade, como a síndrome de Prader-Willi e Cushing, entre outras.

Medicamentos:

Alguns medicamentos podem causar igualmente o ganho de peso, caso não sejam compensados por meio de dieta ou atividade.

Idade:

Conforme envelhecemos ocorrem mudanças nos nossos hormônios e a quantidade de músculos no corpo diminui.  Portanto, se não houver um controle do que se come, provavelmente, a pessoa certamente ganhará peso.

Gravidez:

Durante a gravidez, a mulher costuma ganhar bastante peso. Algumas mulheres têm dificuldade para perder o peso que ganharam na gestação, conforme o tempo vai passando. Pois saiba que esse ganho acaba contribuindo para a obesidade.

Tabagismo:

Parar de fumar, para algumas pessoas, pode causar um ganho de peso que leva à obesidade. Entretanto, para outras pessoas, o oposto acontece: ocorre uma perda significativa de peso.

Insônia:

Não dormir o tempo suficiente ou dormir demais também pode alterar os hormônios que aumentam o nível de apetite.

Quais os efeitos colaterais desse medicamento?

O Sibutramina pode causar sobretudo:

  • Dores de cabeça;
  • Prisão de ventre;
  • Boca seca, ansiedade;
  • Mudança no paladar;
  • Aumento da pressão;
  • Constipações;
  • Dores musculares;
  • Insônia;
  • Náuseas;
  • Tonturas;
  • Aumento do suor;
  • Alterações de humor;
  • Palpitações;
  • Aumento do batimento cardíaco;
  • Desmaios rápidos;
  • AVC;
  • Enjoo;
  • Vômitos;
  • Prisão de ventre;
  • Convulsões;
  • Dormências;
  • Rinite;
  • Sinusite;
  • Entupimento do nariz;
  • Inflamações na garganta.

Importante: O uso de Sibutramina pode levar ao surgimento de graves problemas cardíacos, sendo até mesmo proibido em alguns países, pois pode causar taquicardia, infarto ou até derrame.

É indicado para emagrecer?

Sozinho, o Sibutramina geralmente não traz resultados satisfatórios. Ou seja, deve ocorrer uma mudança alimentar para que haja uma dieta mais saudável e balanceada, com a prática regular de exercícios físicos. Ademais, esse medicamento só de deve ser usado sob indicação médica, haja visto os danos que ele pode causar ao organismo.

Quais as suas contraindicações?

Ele é contraindicado para quem já possui histórico de diabetes tipo 2, somado a outro fator de risco, como a hipertensão ou o colesterol alto. Pessoas que possuem doenças cardíacas, distúrbios como anorexia nervosa ou bulimia, gestantes, lactantes, pessoas com doenças do coração, glaucoma, dependentes químicos, crianças menores de 12 anos, pessoas que têm convulsões, com rins ou fígado que não trabalham adequadamente, pessoas com problemas mentais e também pessoas que fazem uso de medicamentos como descongestionantes nasais, antidepressivos, antitussígenos ou supressores do apetite.

O Sibutramina precisa de receita?

Sim. Para usar sibutramina é preciso ter uma receita médica em mãos e adquirir apenas os produtos vendidos nas farmácias.

Ele é vendido em forma de cápsulas e pode ser comprado na forma de genérico, com os nomes de Reductil, Biomag, Nolipo, Plenty ou Sibus.

Posso comprar pela internet?

Não. Você nunca deve comprar o Sibutramina no mercado informal. Primeiramente, porque é um remédio que precisa de receita médica. Em segundo lugar, os efeitos colaterais são extremamente perigosos. Aliás, os medicamentos que são vendidos fora de farmácias ou drogarias licenciadas são completamente ilegais.

Caso você precise perder peso, consulte um médico para sanar suas dúvidas e escolher a melhor forma de se tratar.

Qual deve ser a dosagem?

O modo de usar o Sibutramina, dependerá totalmente da orientação do médico. De modo geral, é recomendado tomar 1 comprimido pela manhã, junto do café da manhã. Dessa forma você evita os efeitos colaterais, ao invés de tomar o medicamento em jejum.

Primeiramente, se for usado seguindo as orientações médicas, o Sibutramina pode, sim, levar a bons resultados com bastante segurança.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

Para mais conteúdo, clique aqui.

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