🥇 Endometriose: Saiba AQUI tudo sobre esta doença 🤔

A endometriose é um problema muito comum entre as mulheres. Ela afeta principalmente as mais jovens e que estão em se período fértil. Ela é considerada uma doença comum, que afeta cerca de 2 milhões de mulheres anualmente no Brasil.

Suas marcas registradas são a dor e as cólicas intensas. A endometriose pode surgir depois da primeira menstruação e causar enormes danos à qualidade de vida da mulher, devido a todo esse desconforto.

Apesar de ser bastante comum, muitas mulheres não entendem o que é a endometriose e as formas de conviver ou até mesmo de tratar essa doença.

Se você não sabe o que é a endometriose, ou já sabe, mas quer aprender ainda mais, você veio ao lugar certo! É só continuar comigo até o final desse artigo para que você possa aprender tudo sobre o assunto. Vem comigo!

O que é a endometriose?

A endometriose surge quando o endométrio, que é o tecido que recobre a parte interna do útero, cresce de forma descontrolada.

Quando a gravidez não ocorre, o endométrio descama e é eliminado na menstruação. Entretanto, quando ele cresce em demasia, acaba se acumulando em outros locais do sistema reprodutor feminino, como nos ovários e nas  trompas, o que caracteriza a endometriose.

Em suma, ela é um distúrbio no qual o tecido que geralmente reveste o útero, cresce fora do útero.

Confira o vídeo que separei para você sobre o assunto:

Quais os tipos de endometriose?

Ainda que se caracterize pelo crescimento exagerado do endométrio, a endometriose possui tipos diferentes, que influenciam não somente a área atingida pelo tecido estranho, como também os efeitos que são provocados por essa doença. Veja agora todos os tipos:

Endometriose profunda

Esse é o tipo mais grave de endometriose. Os seus sintomas são bastante intensos e frequentes, além de acontecer a formação de nódulos que afetam o reto, os órgãos genitais e até mesmo o intestino.

As mulheres que sofrem de endometriose profunda, aliás, tem maiores chances de se tornarem inférteis, devido ao seu nível de gravidade. Além disso, acabar com os sangramentos intensos é bem difícil, o que gera muitos riscos.

Endometriose ovariana

Nesse caso, o sangue que fica alojado nos ovários a cada ciclo menstrual forma pequenos ciclos, que vão crescendo todos os meses.

Esse crescimento prejudica a fertilidade feminina.  Por esse motivo é super importante procurar as opções de tratamento rapidamente. Apesar disso, em diversos casos, não é necessário fazer a retirada dos cistos para que o problema se resolva.

Endometriose superficial

Nesse tipo de endometriose, que é o mais leve de todos, são formadas pequenas lesões na região da pélvis. Apesar de ser o tipo mais leve, seu diagnóstico é mais difícil, justamente pelo dato de atingir uma região mais superficial.

Dessa forma, boa parte das mulheres que sofrem de endometriose superficial acabam descobrindo o problema somente depois de realizar algum procedimento cirúrgico.

Apesar de não ser classificada como um tipo grave da doença, depois que for diagnosticado é preciso  o acompanhamento constante com um ginecologista.

Endometriose septo reto-vaginal

Esse tipo de endometriose é bastante raro e afeta a região localizada entre o reto e a vagina.Esse tipo é tão difícil de ser diagnosticado que ainda existem bem poucas informações sobre como o endométrio chega até esse local.

Endometriose de parede

Esse tipo de endometriose aparece geralmente depois de uma cirurgia. É caracterizado pela formação de cistos na região próxima à área onde o procedimento foi realizado.

Endometriose pulmonar ou pleural

Este também é um caso bastante raro de endometriose, no qual há o comprometimento dos vasos sanguíneos localizados no pulmão, o que gera tosse com sangue.

Quais os fatores de risco para a endometriose?

A endometriose pode surgir mais facilmente nas mulheres com casos dessa doença na família. Pesquisas realizadas recentemente apontam que em 51% dos casos de endometriose, as mulheres diagnosticadas possuíam irmãs ou mães com a mesma doença.

Além disso, existem também outros fatores que podem contribuir para o desenvolvimento dessa doença, como os ciclos menstruais irregulares, os períodos menstruais com duração maior do que sete dias, não ter passado por nenhuma gravidez ou, ainda, apresentar algum tipo de anomalia no útero.

Como a endometriose pode ser classificada?

Além de ser dividida em diferentes tipos, a endometriose também pode ser classificada de acordo com a intensidade dos seus sintomas. Eles influenciam, inclusive, na forma como ela vai ser tratada.

No caso de endometriose leve, as dores e sintomas da doença costumam ser bem fracos e suportados com facilidade. Ou seja, não é preciso o uso de medicamentos para que a doença seja controlada.

Quanto às mulheres que sofrem com endometriose moderada, geralmente é preciso o uso frequente de medicamentos, para que possam aliviar os sintomas.

Já no caso das mulheres que precisam lidar com a endometriose severa, as dores são tão intensas que nem mesmo o uso de medicamentos é capaz de resolver.

O que pode causar a endometriose?

Alguns eventos podem desencadear a endometriose, como a menstruação retrógrada. Nesse caso, o fluxo sanguíneo proveniente da menstruação percorre um caminho que acaba sendo levado às tubas uterinas, vazando para os ovários ou e até mesmo para os intestinos.

Além disso, os problemas que afetam o sistema imunológico também podem facilitar o surgimento da doença. Afinal, o organismo, que estava funcionando de forma inadequada, passa a produzir as células do endométrio em locais onde elas não deveriam estar presentes.

Quais são os sintomas da endometriose?

Quando se pensa em endometriose, o primeiro sintoma que vem à mente é a dor, e esse pensamento está super correto. Aliás, saiba que 60% das mulheres que possuem endometriose relatam cólicas menstruais intensas e frequentes.

No entanto, a doença não causa apenas cólicas muito fortes. A endometriose manifesta outros sintomas, como:

  • Dores abdominais muito fortes no período pré-menstrual;
  • Sensação constante de cansaço;
  • Sangramento intenso e abundante durante o período de menstruação;
  • Presença de nódulos ou cistos.

Além disso, pode também surgir uma sensação de dor ao urinar, constipação e dor intestinal. Além disso, náuseas e vômitos durante as crises mais intensas de dor.

A endometriose tem cura?

Infelizmente, não. Por ser um problema crônico, é necessário o tratamento por toda a vida fértil da uma mulher.

Os médicos podem também sugerir, por exemplo, alguns procedimentos cirúrgicos (se o quadro for muito grave). Ou então, o uso de alguns medicamentos para o tratamento a longo prazo.

Além disso, também pode ser necessária a utilização de analgésicos e anti-inflamatórios. Eles são usados para combater as dores frequentes. Além disso, pode ser recomendado o uso de métodos anticoncepcionais, como a pílula ou o DIU.

Confira o vídeo a seguir, relacionado a esse tema, para aprender ainda mais:

Para mais conteúdo, clique aqui.

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